O que acontece quando um estudante de Comunicação, fanático por música, resolve falar sobre o tema? A resposta está aqui... um blog ao estilo Jukebox de ser, que tenta fazer um mix de todos os questionamentos e dicas sobre uma arte essencial para viver, a música.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Infelizmente, concordo com Medina.

No dia 22 de janeiro deste ano, Bruno Medina, o blogueiro, músico da banda Los Hermanos e escritor nas horas vagas – como diz o perfil do mesmo – escreveu sobre uma das cantoras brasileiras com maior visibilidade e fama na atualidade – Ivete Sangalo (por quem sou fascinado).

E é justamente a visibilidade da cantora que levou o Bruno a escrever o texto. Apesar de se declarar fã, ou admirador, dela, ele abordou justamente a superexposição vivida pela cantora, que ocupa diariamente todos os tipos de mídias existentes. Vendendo desde produtos de beleza até marcas de cervejas, aqui e em Portugal.

No texto, Bruno conta, de forma rápida, a trajetória midiatica de Ivete comparando-a ao grande rei da musica brasileira Roberto Carlos. O autor comenta que, consideradas as diferenças de tempo e contexto, sobretudo dos meios de comunicação, Ivete herdará a vaga - há muito ociosa - de ídolo soberano da família brasileira que um dia pertenceu a Roberto Carlos.

No entanto, o objetivo da publicação (pelo menos assim eu entendi) era questionar um possível desgaste na imagem da cantora acarretado por tamanha popularidade. E foi justamente isso que chamou minha atenção para o texto.

Como já falei, sou absolutamente “tiete da Ivete”. Mas não tenho como negar os argumentos utilizados por Medina. Embora tenha sentido orgulho (não só por ser baiano, mas principalmente por ser fã) de vê-lo compará-la àquele que é um ícone da musica Brasileira, não pude deixar de deixar de sentir tal apreensão.

É muito bom vê-la constantemente na mídia (sobretudo quando não se tem condições de ir aos shows), mas também é angustiante pensar que tanta aparição – em outdoors, cartazes, tv, radio, cinema, etc, etc etc...) – possa afetar de alguma forma a carreira dela.

Refletindo sobre o texto de Medina, não pude deixar de lembrar de uma outra grande artista nacional que o completo oposto da Ivete – o que chega a ser uma incógnita pra mim. Não sei como Marisa Monte consegui fazer tanto sucesso, mesmo fazendo aparições na mídia de vez em nunca. Seu sucesso como cantora e indiscutível, mas a única forma de vê-la na mídia é em anuncio de seus shows. Mas enfim, em outra oportunidade falo sobre a Marisa – de quem também sou fã.

Espero ver Ivete Sangalo ainda por muito tempo como grande cantora nacional, mas não me importo se ela passar a aparecer menos – se for pra preservar sua imagem e carreira. Dinheiro pra se dar ao luxo é inegável que ela já tem o bastante.
Texto Medina:

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Carnaval – essa festa é brasileira.

Olá galera, com muito entusiasmo inicio meu primeiro tópico neste blog, que tem como tema um dos assuntos que mais gosto: MÚSICA!

Este é um espaço pra discutir o tema nos seus mais diversos aspectos, falando de seus gêneros, dos artistas (nacionais e internacionais) e de tudo mais que se ligue a música.


Inicio meu primeiro texto em plena terça-feira de carnaval e, portanto não poderia falar de outro tema que não a maior festa do planeta – sobretudo pra um baiano completamente apaixonado por carnaval. Porém, resolvi falar de carnaval de uma forma um tanto quanto diferente para alguém acostumado as pipocas do carnaval baiano. Decidi tratar do carnaval de forma subjetiva através da figura de Francisca Edwiges Neves Gonzaga – a Chiquinha Gonzaga.


O meu primeiro contato com a maestrina, uma revolucionaria do século XIX, foi na minissérie exibida pela Rede Globo em 1999 e que foi baseada em sua biografia "Chiquinha Gonzaga - Uma História de Vida", publicada pela socióloga Edinha Diniz. A minissérie que contou a história de uma mulher que ousou, transgrediu padrões, e que, principalmente, teve muita coragem para lutar por sua grande paixão, a música.

Nascida em uma época de polcas e valsas (heranças portuguesas), Chiquinha foi influenciada também pelo lundu, gênero de origem africana (misturada a portuguesa) que fazia parte da genética dessa grande mulher que chocou a sociedade carioca, no fim do século XIX, largando o marido e os filhos pra ter uma vida boemia, voltada para musica.

Outra grande influencia de Chiquinha Gonzaga foi o Chorinho, o qual viu nascer nos grandes sarais e rodas boemias as quais fez questão de fazer parte. A relação dela com o carnaval se confundi com a própria historia dos blocos carnavalescos. A maestrina dedicou parte de sua obra as marchinhas. Sendo "Ó Abre Alas" a mais famosa delas, sendo repetida nos carnavais Brasil a fora.


Enfim, espero incitar em cada um a vontade de conhecer um pouco mais sobre a historia desta grande mulher. E desejo a todos um bom 2008 – afinal de contas o ano só começa agora, após a quarta-feira de cinzas. Valeu!




Site Oficial: http://www.chiquinhagonzaga.com/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Será a nova Margarete?

Gente, Margarete que se segure com os seus "Mascarados", pois Mariene aos poucos tá tomando conta. Vejam a nota do ATarde, e digam se não tenho razão?

01/02/2008 (13:30)
Hoje tem Baile dos Artistas!

Márcia Luz, do A TARDE
O Clube Fantoches de Euterpre, no Largo 2 de Julho, abrirá suas portas, a partir das 22 horas desta sexta, para a 23ª edição do Baile dos Artistas. A tradicional festa, comandada pelo estilista Di Paula, terá como rainha, este ano, a cantora Mariene de Castro. Além das já conhecidas marchinhas carnavalescas tocadas pela orquestra, a festa também será animada pelo som de um DJ, durante os intervalos. O ponto alto da noite promete ser o desfile de fantasias e a escolha do Bofe do Baile, que vai movimentar bastante os participantes, já que a eleição e a votação serão ao vivo. "Depois da eleição, a festa segue com muito confete e serpentina. Essa é uma festa tradicional,onde predomina o público GLS, mas que também é frequentada por famílias, já que é muito tranquila. Digo que é a festa da resistência", comenta Di Paula. O ingresso para o Baile dos Artistas custa R$ 10 e será vendido na bilheteria do clube.

Começou.

É começou o Carnaval no País. Rio de Janeiro, São Paulo, Olinda...Eita que o rock "vai comer" solto em Salvador.
Hã? Não entendeu?
É isso mesmo. Também de Rock vive a Bahia e o Carnaval.


Olha a Grade de atrações do Palco do Rock em Piatã (É só clicar para ampliar):






O Projeto tem 14 anos, passou por diversos problemas com espaço, estrutura, apoio, e até mesmo com a prefeitura. O ano de 2007 foi considerado pela Associação como o ano de retorno, pois voltou a ter divulgação da mídia, TVs, e internet, e também foi incluído na grade oficial do carnaval.
Informações, acessem:


Detalhe, essas bandas são bem legais, mas procurem por The Honkers. Futuramente coloco um histórico e uma crítica sobre a banda, e quem sabe até um link de download ein?!?!?!