O que acontece quando um estudante de Comunicação, fanático por música, resolve falar sobre o tema? A resposta está aqui... um blog ao estilo Jukebox de ser, que tenta fazer um mix de todos os questionamentos e dicas sobre uma arte essencial para viver, a música.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Parabéns Motown!!!!

Fundada em 1959, por Berry Gordy Jr., a Motown é uma gravadora americana com o objetivo de gravar, produzir e lançar, quase que exclusivamente, artistas negros – em uma época em que muitos dos estados dos EUA eram racialmente segregados. A gravadora possuía o audacioso slogan: “o som da América jovem”.

No ultimo dia 12 fez 50 anos que o produtor e empresário norte-americano Barry Gordy, a partir de uma empréstimo de U$ 800, fundou em Detroit a gravadora Tamla – que em dezembro daquele ano viraria a Motown. Estão entre os artistas mais famosos da Motown, The Supremes, Marvin Gaye, The Temptations, Martha & The Vandellas, Stevie Wonder, The Jackson Five e Smokey Robinson & The Miracles. Do soul mais açucarado ao funk mais pesado, todos os estilos de música negra dos EUA foram representados pela gravadora

A filosofia da gravadora era baseada em princípios adotados nas montadoras de automóveis de Detroit e segui o principio de uma “linha de produção”, com times de compositores (como o trio Holland-Dozier-Holland e Smokey Robinson), e uma banda de estúdio entrosada (os Funk Brothers) produzindo hit atrás de hit, enquanto os cantores eram “profissionalizados” com cursos de dicção, canto e dança.

Realmente, é perceptível a similaridade dos sons e da própria musica Black deste período. Mas é engraçado que, embora “padronizados”, cada artistas imprimia sua própria marca, singularizando o produto. Muitos deles tendo grande sucesso ainda hoje, alguns deles inclusive ainda fazendo parte da gravadora, vendida para a Universal Music, que agora se chama Motown Universal Music Group.

Embora minhas experiências com a música negra americana dos primórdios da Motown, sou fascinado pelo som. Meu primeiro contato com o estilo, certamente, foi com os Jackson Five e com o Stivie Wonder, de quem ouvia minha mãe comentar sua paixão da infância. Nessas horas é que dou graças a Deus por ter acesso a uma tecnologia que me permite conhecer e usufruir de talentos anterior a minha geração.

Enfim, dedico este post aos 50 anos da Motown, desejando mais 50 anos apresentando e, por que não, produzindo grandes sucessos da musica Black. Como não podia deixar de ser, logo abaixo deixo uma musica dos Jackson Five, um dos grandes íones da gravadora.


Jackson Five - Got to be There & Brand New Thing


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Um beijo roubado


Foi meio de sopetão que eu decidi assisti Um beijo roubado. Tarde de terça-feira, não havia nada de imediato a ser feito e pensei “Por que não?”. Ao conferir os filmes em cartaz me deparei com My Blueberry Nights (título original), que seria exibido numa sala distante de mim cerca de 40 minutos. Já tinha ouvido elogios a respeito do filme e sabia que a cantora de jazz Norah Jones fazia parte do elenco (é... agora cantora e atriz), o argumento final que me convenceu definitivamente a assistir ao filme foi o preço do ingresso: R$ 2. O filme estreou nos cinemas brasileiros em maio passado. Aqui na Bahia, ele ficou quase que restrito apenas às salas de arte. Quase... porque agora ele está em cartaz no Cinemark.

A história narra a trajetória de Elizabeth (Norah Jones), uma “moça com o coração partido” por descobrir a traição de seu namorado. Ela conhece Jeremy (Jude Law). Ele é o dono do café para o qual o namorado de Elizabeth levou a “outra”. Ela passa a freqüentar o local após o fim do expediente. Algum tempo depois, Elizabeth viaja pelos Estados Unidos com o objetivo de esquecer o ex, mas não perde contato com Jeremy. Durante a viagem, encontra outras pessoas com problemas em seus relacionamentos amorosos e familiares. E, a partir desse ponto, não dá para contar mais nada, só assistindo, rs.

O filme é muito bom! Apesar de todo o romantismo, em momento algum ele chega a ser “água com açúcar”. Mas, o meu maior elogio vai para a trilha sonora. Norah Jones além de atuar também participa da trilha com The Story. Além dela, outras vozes que embalam a narrativa são a de Cat Power (com duas canções), Amos Lee e Cassandra Wilson. Nem esses nem os outros nomes são lá muito conhecidos aqui no Brasil. E, não há, entre as canções nenhuma com gritos enfurecidos e instrumentos pesados. Entretanto, todas estão em acordo com o clima apresentado pelas imagens. Em Um beijo roubado som e imagem formam um par fantástico, em perfeito equilíbrio.

E concluindo, o filme é do diretor Wong Kar Wai, aclamado por seus trabalhos anteriores como Amor à flor da pele e 2046 - os segredos do amor. Ah, e o elenco... além da Norah Jones e do Jude Law, ainda traz as atrizes Rachel Weisz e Natalie Portman.

Ao navegar pelo site oficial do filme, é possível ouvir um trecho de cada música da sensacional trilha de Um beijo roubado: http://www.umbeijoroubado.com.br/

O vídeo abaixo é da música The Greatest, da Cat Power. Em minha opinião, uma das mais belas canções do filme.


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Viva La Vida

Galera,

o Coldplay acaba de lançar álbum novo e ele estará disponível, até sexta-feira (13) para audição, no MySpace [link lá embaixo].

Este é o quarto CD da banda inglesa. O nome, Viva La Vida or Death And All His Friends, é referência a um quadro da mexicana Frida Kahlo.

http://www.myspace.com/coldplay

Vídeo do single Violet Hill:



p.s.: escrevo mais sobre este álbum semana que vem. Sou uma estudante em fim de semestre, ou seja, desesperaaaaaaadaaaaa e sem tempo pra muita coisa. Sorry!!! Mas eu vou me redimir.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Muito além de um musical.

Por Midiã Santana

Um globo dourado dá início ao filme Across teh Universe. De repente "It feels so rigth now... Hold me tight, and tell me i'm the only one....", começa a ser embalada pela voz da protagonista Lucy, e da namoradinha (que não lembro o nome) do galã Jude. O brilho de um mundo rico, e a sombra de uma realidade pobre, se fundem ao som da música dos Beatles, e inicia o melhor filme que assisti nos últimos meses - pelo menos de musical.
Lucy uma garota rica, se vê desorientada quando o amor dela é mandado para a guerra. Jude, que já meio desorientado das idéias, vive a procura de seu pai biológico, um antigo militar que engravidou sua mãe, porém nunca soube da existência do garoto, sai de Liverpool (olha que coincidêênciia), e segeu para a Princeton, o único endereço que tem do pai....

Ah, num vou explicar o filme todo não..assistam! Vou contar a magia que gira entorno dos jovens, Prudence, Max, Sadie, Jude, Lucy, enter outros, e que daria umaboa análise semiótica, rsrsrs.
Imaginem uma banda que vocÊ gosta muito. Imaginaram? Agora, vizualizem boa parte das canções dessa banda se transformando em realidade, e muitos versos que antes não faziam sentido em sua mente, devido a você não ter vivido na época que a banda estava no auge, de repente se encaixam perfeitamente.
É tanto pra falar, mas não consigo expressar através de palavras. As palavras são códigos fracos (lá vem eu e minha semiótica - desculpa gente). O filme é recheado de boas referências. A personagem Sadie, lembra a maravilhoooosaaa Janis Joplin, o Jo-jo, músico que perde o sentido da vida após de ver seu irmão de uns dez anos, morto no caos da guerra, é inspirado no THE BESSSTTT Jimmy Hendrix.
Revolução, cores, drogas, amizade, e o fardo de carregar a "estátua da liberdade" nas cotas, e a carga de uma guerra sem sentido com o Tio Sam dizendo "I want you", a todo momento, abalou a vida dos negros, do brancos, dos hippies, dos conservadores...do mundo!
Esses momentos de desespero, são retratados através do romance do casal Lucy e Jude, e das 33 músicas dos Beatles que compõem a magia do filme.
O Across the Universe, consegue unir a psicodelia dos anos 70, ao espírito libertário de uma época de revolução.
O filme ainda conta com participações especiais de pessoas "totalmente excelennteesss" como Bono Vox - o Dr Robert (muito Doido) - , Joe Cocker, que faz uma versão extraordinária de Come Togheter, e Salma Hayek, que faz um clichê bááásico da enfermeira gostosona, em Happiness is a Warm Gun, e também conta a participação de um comediante chamado Eddie Izzard (que tá pavorooosoo no filme), mas dá um tom meio de insanidade na realidade vivida pelos personagens - detalhe no momento antes de aparecer o personagem do comediante, perguntam a Lucy, onde eles estão indo, e ela responde: estamos indo a loucuuura!

Já assisti 15 vezes, rsrsrsrs. Aconselho procês.
Curtam agora um trailer do filem, e uma das melhores partes na minah opinião, que é a do Tio Sam.

Trailer:



Tio Sam:






Direção:Julie TaymorRoteiro:Dick Clement e Ian La Frenais Elenco:Evan Rachel Wood, Jim Sturgess, Joe Anderson, Dana Fuchs, Martin Luther, T.V. Carpio

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Alguém viu um porco voando por aí?

Por Laís Santos


Já passava da meia-noite de ontem (29)... eu estava visitando sites de jornais diários, agências de notícias e revistas só para ver o que havia sido publicado enquanto eu estava off. Passando pelo G1, uma chamada me chamou muito a atenção, não lembro na íntegra o que estava escrito, mas lembro que falava sobre um porco desaparecido. Porco desaparecido... acredite... e um porco do Roger Waters, baixista, vocalista e um dos fundadores do Pink Floyd.

Aconteceu no último domingo (27), na Califórnia. Durante o show no Coachella* , um porco inflável de altura equivalente a dois andares que está presente nos shows do Pink Floyd desde o álbum Animals, lançado na década de 70, começou a flutuar sobre o público quando “se soltou das amarras”. Não é a primeira vez que Waters perde seu porco, segundo o G1 isto já teria acontecido outras três vezes.

Resultado: os organizadores do Coachella estão oferecendo uma recompensa de U$$ 10 mil e quatro ingressos vitalícios para o festival para quem souber do paradeiro do porco perdido. Nada mal, né?!?!

Caso algum de vocês tenha visto um porco voando por aí deve enviar e-mail para lostpig@coachella.com. Roger Waters agradece... rs.

*Festival de Artes e Música Coachella, acontece desde 1999 em Índio, cidade próxima a Los Angeles. O Coachella 2008 contou com mais de 100 atrações, entre elas Jack Johnson, Vampire Weekend, Racounters, Fatboy Slim e os brasileiros do Bonde do Rolê

sábado, 19 de abril de 2008

Ih... é o McCartney

Por Laís Santos

Gosto de músicas antigas... (já me perguntei sobre o que poderia ou não ser considerado antigo, logicamente não cheguei a uma conclusão definitiva. Portanto, chamo aqui de antigo tudo que foi sucesso ou não no período em que eu não havia nascido ou ainda não escolhia as músicas que ouvia). Algumas canções, que tocam raríssimas vezes no meu FM, me deixam com a sensação de que já as escutei muitas vezes antes. Anos 70, 80, início da década de 90... a maior parte dessas músicas são dessa época. Não posso dizer que cresci ouvindo essas canções, com exceção do material que foi lançado nos anos 90. Não vou falar de todas que eu gosto de ouvir ao mesmo tempo... vou me agarrar a apenas uma porque nos reencontramos somente há algumas horas.

Eu nunca consigo descobrir facilmente qual o nome da música ou a banda que a canta. Isso ocorre por alguns motivos: boa parte das bandas não existe mais, dificilmente são tocadas no rádio e, quase sempre, ninguém consegue lembrar de alguma informação útil (hum... eu conheço, qual o nome dele mesmo? Espera só um pouquinho que eu vou lembrar...). Estas foram as razões que atrasaram em algumas semanas meu reencontro com Hope of Deliverance. Lançada por Paul McCartney (ele mesmo, ex-Beatles) em 1993, quando eu estava no meu 4º ano de vida, no álbum Off the Ground, Hopes of Deliverance sequer passou perto do sucesso alcançado por outras canções compostas por McCartney em suas parcerias com John Lennon.

Mas, o que eu posso fazer se eu adoro a música... até mesmo aquela parte em que ele diz ” você estará sempre segurando o meu coração em suas mãos...”. É... o melhor é compartilhar...

P.S.: esqueci de contar como reencontrei a música. Foi o seguinte: após perguntar a meio mundo e não encontrar ninguém que soubesse me dar sequer uma pista, apurei os ouvidos, identifiquei palavras soltas da letra e joguei tudo no bom e velho Google... aí foi só usar os neurônios e um pouco de instinto pra revelar facilmente entre os milhares de resultados qual era a canção procurada. Simples assim... rsrsrs

Por fim, reapresento Hope of Deliverance, do Mr. McCartney:

sábado, 8 de março de 2008

Existem listas, listas e listas...

Adoooooooooro listas. Eleições de listas de músicas, álbuns, bandas, etc. Acompanho a maioria delas: as músicas mais estimulantes, as mais felizes, mais tristes, os melhores álbuns britânicos...

Há algumas noites atrás, no meio de uma conversa no MSN, alguma coisa me fez relembrar essas listas (tá, confesso que nem lembro o que trouxe estas lembranças). As pesquisas para a composição dos “melhores” ou “piores” são, geralmente, encomendadas por revistas ou sites, se são confiáveis ou não é uma discussão que fica para outro post. Mas, não é uma atividade interessante conferir os resultados e confrontá-los com nossa opinião?

Estou pesquisando as vencedoras dessas listas, já tenho algum material reunido. Aí embaixo estão dois resultados, duas das famigeradas listas... e aí??? Você concorda com a escolha das vencedoras???

5 Melhores letras de música, realizada em 2006 pelo canal musical VH1:

1. One, U2
2. How soon is now, The Smiths
3. Smells like teen spirit, Nirvana
4. Redemption song, Bob Marley
5. Yellow, Coldplay

10 músicas mais irritantes de todos os tempos, realizada pelo tablóide britânico The Sun, em 2007:

1. You’re beautiful, James Blunt
2. Crazy Frog, Axel F.
3. Mmm Bop, Hanson
4. Mr, Blooby, Mr. Blooby
5. Birdie song, The Tweets
6.Shout, Lulu
7.Agadoo, Black Lace
8.Grace Kelly, Mika
9. My heart will go on, Celine Dion
10. La Macarena, Los Del Rios

Aguardem novas listas para breve...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Sweeney Todd


O blog é sobre música... então, vou usar o espaço pra falar sobre um musical: Sweeney Todd, o barbeiro demoníaco da Rua Fleet. Assisti nesse final de semana o novo filme do Tim Burton, estrelado por Johnny Depp e Helena Bonham Carter e A-D-O-R-E-I. O longa é uma adaptação do musical da Broadway de mesmo nome, de Stephen Sondheim, estreado em 1979. Antes de qualquer coisa devo confessar que sou suspeita pra escrever sobre Sweeney Todd porque adoro as produções do Tim Burton (quem nunca assistiu Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça? E as animações O estranho mundo de Jack e A noiva-cadáver? Burton também já se aventurou na música dirigindo o clipe Bones, da banda The Killers.), gosto muito do trabalho do Johnny Depp e os dois ficam muito melhor juntos (Edward..., A lenda..., A noiva.., este é o sexto filme em que trabalham juntos).

No filme, Johnny Depp começa como Benjamin Barker, barbeiro que foi condenado à prisão injustamente. O responsável por sua prisão é o juiz Turpin, que pretende afastá-lo de sua esposa pra ficar com ela. Solto após 15 anos de cárcere, sem saber o que aconteceu a sua mulher e a sua filha, Barker retorna com nova identidade, Sweeney Todd, em busca de vingança. A história se passa na Londres do século 19, e é justamente deste cenário que começo falando: é sombrio, tudo em tom de cinza, gótico, ratos pelos cantos, tudo ali reflete a alma da personagem de Depp. A atmosfera imprime ao filme o já conhecido estilo Burton e isso, ao menos pra mim e para os muitos fãs do diretor, não é ruim. Ao voltar ao local onde morava Todd encontra a Srta. Lovett (Helena Bonham Carter) e sua falida loja de tortas. Não há clientes porque as tortas são ruins já que a carne, que deve ser usada como recheio, está muito cara. Bem, o problema da falta de carne será resolvido ao longo do filme...

Sangue. O filme tem muito sangue, mas nem por isso é assustador, pesado, nojento, repleto de cenas fortes... depois que você vê as primeiras gotas do líquido vermelho, espesso (não é sangue tipo Kill Bill, parece ser mais real) você acostuma.

Música. Como não poderia ser diferente, já que o longa é um musical, há muita música. A novidade aí fica por conta do Johnny Depp cantando canções completas pela primeira vez em atuações. Então, quem não gosta de musicais melhor não assistir: todos as personagens falam pouquíssimo e cantam muito.

Comédia. Lembram do Sacha Baron Cohen, o Borat? Pois é... ele também está no elenco. Ele representa um falso barbeiro italiano criador de uma fórmula contra calvície. O figurino da personagem já rende algumas gargalhadas. Há também algumas passagens de humor, humor negro, diga-se de passagem.

Romance. Duas histórias principais. A primeira entre um jovem marinheiro e a filha de Sweeney Todd. A segunda, paixão de mão única, nutrida pela Srta. Lovett em relação a Sweeney. Esta última rende cenas hilárias, frutos da imaginação da Srta. Lovett.

Prêmios. A produção já conquistou o Globo de Ouro de melhor musical e melhor ator. Ainda concorre em três categorias no Oscar 2008, entre elas, mais uma vez, a de melhor ator pela atuação de Johnny Depp.

Enfim, fica aí a dica. Pra quem gosta de música, pra quem gosta de cinema, Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco da Rua Fleet é uma boa escolha. Estou pensando seriamente em assistir ao filme mais uma vez. E claro, os comentários são bem vindos.

Confira o trailler:



Por Laís Santos

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Ano novo, álbum novo

2008 promete ser um ano repleto de lançamentos pra lá de esperados, pelos fãs e pela crítica. Sabe os músicos que estavam num período indeterminado de férias, e aquela banda que andava sumida ou aquele grupo que estava naquela velha novela do acaba-não-acaba... então, muitos deles voltaram aos estúdios de gravação e apresentarão seus novos trabalhos ainda este ano. Os seguintes lançamentos já foram confirmados:

Jack Johnson (5 de fevereiro): depois de alcançar o reconhecimento internacional com seus álbuns anteriores, entre eles In Between Dreams (2005), o havaiano volta com Sleep through the static, seu quinto disco de estúdio. Detalhe: o álbum já vazou na internet.

Coldplay (maio): produzido por Brian Eno, parceiro do U2 em The Joshua Tree, o quarto álbum da banda liderada por Chris Martin chama-se Prospekt e tem previsão de lançamento para maio. Corre o boato de que o disco também já vazou.

Oasis (abril ou maio): a banda de Manchester começou a gravar este disco em julho do ano passado, a intenção era lançá-lo ainda naquele ano. O projeto acabou atrasando, espera-se que o resultado compense...

R.E.M. (31 de março): com Accelerate, os norte-americanos prometem um resgate do som dos primeiros anos da banda. Algumas das músicas de trabalho já foram apresentadas em 2007 durante shows do R.E.M. na Irlanda.

Weezer (22 de abril): Tout Ensemble, esse é o nome do sexto disco da banda de hits como Buddy Holly e Island in the sun. O disco carrega a responsabilidade de tirar a má impressão causada pelo seu antecessor, Make Believe.

Franz Ferdinand (primeiro semestre): após andar se aventurando entre as letras com o livro Mordidas Sonoras, Alex Kapranos volta ao cenário musical. Os escoceses do Franz Ferdinand lançam seu terceiro disco. Ouça Turn it on, primeira faixa do novo álbum que já foi tocada em algumas apresentações dos rapazes.

Madonna (segundo semestre): Timbaland é o produtor do novo álbum da rainha do pop. O R&B predomina no trabalho que, dizem, conta com a participação de Justin Timberlake e Pharrel Williams.

U2 (segundo semestre): As novas canções receberam influências de música africana, trance, eletrônico e hardcore. O resultado, segundo Bono Vox, líder da banda é algo que “não parece com nada que fizemos antes e achamos que não parece com nada que qualquer outra pessoa tenha feito também”. O trabalho mais recente do grupo é How to dismantle an atomic bomb, álbum que resultou na turnê Vertigo, que até passou pelo Brasil.



Confira o primeiro single do novo cd de Jack Johnson, If I had eyes:



Por Laís...

Mais shows com valores exorbitantes.



Sean Kingston


O cantor de apenas 17 anos, Sean Kingston, que até o momento só fez sucesso com a a música "Beautiful Girls", irá se apresentar no dia 19 de março, no Via Funchal em São Paulo. O valor do ingresso, varia enter R$120,00 e R$ 300,00 - Acho que eles não perceberam que o Brasil é um país sub-desenvolvido.

My Chemical Romance




Na segunda feira dia 07-02, começam as vendas dos ingressos para o primeiro show no Brasil da banda de My Chemical Romance. . Os preços do show que será no Via Funchal, em São Paulo, dia 18 de fevereiro, são: R$ 140 (pista), R$ 180 (mezanino) e R$ 250 (camarotes).

Obs: Se para assistir um show do Bob Dylan, o valor de R$250,00 é difícial de dar em um ingresso, imagina para ver Sean ...
Já o My Chemical, pelo menos tem bem mais sucessos. E para a alegria geral de São Paulo, é uma banda EMO.

Presente do Mês

O primeiro cd indicado no "Presente do Mês" do Jukebox Mix é o Balancê da cantora meio lusitana meio cabo-verdiana, Sara Tavares. Neste álbum que foi lançado em 2005, o terceiro na carreira da cantora de 30 anos,Sara conseguiu se superar, misturando todas as influências do seu estilo world music. Para que conheçam o estilo da cantora, vejam o clipe Balancê:






Breve histórico by Wipédia:

Sara ganhou a final da 1ª edição (1993/1994) do concurso Chuva de Estrelas da SIC onde interpretou um tema de Whitney Houston.
Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no Festival RTP da Canção de 1994 com a canção "Chamar a Música". A canção receberia o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no Festival Eurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª posição.
Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro Shout.
Em 1997 grava a música "Longe Do Mundo" (uma adaptação de "God Help The Outcasts, de Heidi Mollenhauer), para o filme da Disney, O Corcunda De Notre-Dame, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a inglesa, da canção.
Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin.
Colaborou entretanto no grande sucesso da banda Ala dos Namorados, "Solta-se o Beijo" .
Em 1999 editou o álbum "Mi Ma Bô", um disco mais maduro e com mais ligação às suas raízes.
O álbum "Balancê", uma edição da World Connection, foi editado em Novembro de 2005, tendo sido considerado um dos melhores álbuns do ano por parte da critica.

Mais um musical para a Beyonce estrelar.


Beyonce que já participou do musical "Dreamgirls", agora vai interpretar a diva do blues e R&B Etta James no longa "Cadillac Records", contracenando com os atores Adrien Brody (King Kong), e Jeffrey Wright (007). O filme abordará o cenário musical de Chicago na década de 50, e tabém irá mostrar as vidas de Elvis Presley, Muddy Waters, Howtin Wolf e Little Watter.




Fonte: O Globo Online

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Sinceramente? A atriz da vez poderia ser a Alicia Keys, não?
Blues = Alicia = Novidade.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Musicais?!?!?! SEMPRE SÃO BEM VINDOS


Após Moulin Rouge e Chicago, não vi nenhum musical recente que me agradasse. Ainda não assisti Dreamgirls é verdade, mas High Scholl Musical já (parem o mundo que eu quero pular de um penhasco).

No momento estou curiosa com o filme Across the Universe, que está em cartaz e leva em todo seu enredo as musicas dos Beatles, sem contar que tem a participação de Bono Vox. :OD


Mas a melhor de todas as notícias recentes, é que o camaleão David Bowie* vai atuar em um musical, chamado "Will", e terá no elenco Lisa Kudrow, a Phoebe ,do seriado "Friends", e Vanessa Hudgens, do High Scholl (que perseguição). Além de Liam Aiken, protagonista, que será um menino rebelde. O roteiro será de Josh Cagan e a direção de Todd Graff.

Vamos aguardar a atuação do camaleão para ver no que dá e não nos decepcionarmos. Como se David Boowie fosse capaz disso... He he he!

Sinopse: Um estudante pouco popular forma um conjunto musical ao lado de uma garota famosa no colégio. Juntos eles competem em uma disputa de bandas, tendo outros colegas com estilos diferentes no grupo.
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*Bowie é um artista versátil, acaba de completar 61 anos, já protagonizou mais de 15 filmes, como "Labirinto" (1986), e lançou mais de 30 discos.
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Fonte: Planet Pop, Cinemaemcena e Cinemacomrapadura

Gosta do Bob Dylan? Que Pena!


Divulgaram o valor do show do cantor Bob Dylan no Via Funchal em São Paulo. Se vocês agstaram o dinheiro todo com o carnaval, ou ainda estão tentando se recuperar do "rombo" da virada do ano, se preparem (fãs).
Você que gosta desse cantor, pintor, e compositor do folk music, se prepare para pagar nada menso que R$ 250,00, para vê-lo de longe, nem apertar a mão dele você vai.
Obs: Tenho pena de dar 25 reais em um show, mas dou par prestigiar o artista né, até que vá lá num cinquentinha, mas DUZENTOS E CINQUENTA REAIS, é demais paar mim.
Segundo o site Globo.com, a venda dos ingressos começaram hoje (1), apenas para os clientes do cartão Mastercard (é mole, ou quer mais desaforo?). Somente uma seman adepois, dia 8 de fevereiro o RESTO do público poderá comprar os ingressos.
Bem, os paulistas já receberam a bomba, agora só falta no Rio de Janeiro, divulgarem o valor.
Ahhh! Detalhe, o ingresso Vip custa só R$900,00, e os intermediários (sabe-se lá o que é isso), de R$ 400,00 a R$700,00.




Acho que ele não sabe que o Brasil é um país sub-desenvolvido.