O que acontece quando um estudante de Comunicação, fanático por música, resolve falar sobre o tema? A resposta está aqui... um blog ao estilo Jukebox de ser, que tenta fazer um mix de todos os questionamentos e dicas sobre uma arte essencial para viver, a música.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Atração fatal!



É impressionante como a força da atração se confirma em alguns momentos.

Por que será que nos momentos em que mais precisamos nos alegrar, levatar o astral, vibrar em outra frequência, só paramos para escutar músicas que é o extremo oposto disso?

Nessas oras não há como não acreditar nas teses que afirmam que atraímos as coisas a partir de nosso estado mental. Naqueles "maleditos" dias em que nos sintimos o pior dos seres, naquela maior sensação de deprê, as músicas insistem em nos mandar para o abismo.

Hoje, buscando me distrair, ouvir uma música que me fizesse esquecer meu péssimo estado mental, resolvi acessar meu Blip e curtir canções que fossem de outros usuários, conhecer novas músicas, explorar outros tipos de sons. Não consegui por muito tempo. Irônicamente, a sequência das canções que vinham pareciam apenas querer reforçar meu baixo astral.

Desisti do Blip na canção The Scientist, do Coldplay. Sequer terminei de ouvir a canção. Conheço pouco o trabalho desta banda inglesa mas, no pouco contato que tive com suas músicas, a introspecção e melancolia sempre se mostraram presentes. The Scientist é daquelas canções, a la Chico Cuarque, mas com um tom mais agúdo de malnacolia, que te fazem querer voltar ao útero materno. Se encolher na cama ou no sofá não resolve o problema.

Apesar de sua beleza harmônica e sonora, não posso dizer que esta seja uma canção a constar entre as mais ouvidas de seu MP3, MP4 e derivados. É o tipo de arte que deve ser apreciada de vez em quando, preferencialmente, nos momentos de maior bem estar, naqueles momentos em que sabe que nada vai mudar seu astral.

Para que possam confirmar ou rejeitar minhas sensações sobre esta música a deixo aí em baixo.

The Scientist - Coldplay

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Essa é A BANDA!!!!

Olá rapaziada, quero dedicar o post de hoje para apresentar – a quem não conhece – uma das melhores bandas de rock da Bahia. Formada pelo vocalista Pedro Pondé, o baixista Junior Martins, o tecladista Israel Jabar, o guitarrista Taciano Vasconcelos, e o baterista Daniel Ragoni, a banda O Círculo tem a cada dia reqafirmado a qualidade do trabalho atraindo cada vez mais publico na capital do axé.

O Círculo faz um rock alternativo, influenciado por diversos estilos musicais, dentre eles o reggae e a mpb. A banda traz em suas letras situações do cotidiano, criticas sociais e baladas românticas, tu no melhor estilo rock’n’roll.

Conheci a banda há, mais ou menos, um ano e simplesmente viciei. Letras de uma qualidade singular, arranjadas e harmonizadas de forma fantástica. Como se não bastasse, a interpretação do líder da banda, Pedro Ponde, é um show a parte. É absolutamente fantástico ver o show dos caras. Uma energia única.

A mais ou menos 1 mês, escuto quase que diariamente o Cd de lançamento – Depois de Ver (Indicação do mês do Juke). O cd possui 14 faixas que seduz mesmo aqueles que não são tão fãs do rock’n’roll, como eu. As reflexões gerada pela faixa A Janela, o romantismo de Meu Bem (escutem a música abaixo), a releitura de Muito Romântico,música de Caetano Veloso, e a realidade social de Cano na Cabeça são algumas das canções apresentadas por eles e que deixam claro a percepção musical da banda.

Sem mais delongas, apresento abaixo duas faixas que curto muito e deixo o conselho de que busquem o cd – é MUITO BOM!!!!




Espero que curtam!!!!


Depois de Ver - O Círculo (faixa que dá nome ao cd)



Meu Bem- O Círculo





Contatos da Banda:

Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14081531
MySpace - http://www.myspace.com/ocirculo

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Eu vejo o futuro repetir o passado


Bem, esse texto é em homenagem a postagem de Tiaguinho meu amigo, fã de Cazuza.
Sou um pouco "agridoce" ao falar do cantor, mas deixo claro, que sim, gosto muito dele.

Crítica sobre o filme O TEMPO NÃO PÁRA

Por Midiã Santana

O Filme Cazuza – O tempo não pára, mostra o esforço da Indústria Cultural na construção da imagem de Cazuza como um ícone dos anos 80. Um alguém que brilhou e teve seus anos de glória, mas que após adquirir AIDS, continuou a ser um poeta que vivia intensamente. Claramente, tudo isso é muito bonito de se mostrar a um público que já tem a imagem construída e pré-estabelecida sobre o seu ídolo feito pela mídia.

Mas, é isso que o artista era realmente? Obviamente que não. No caso de Cazuza ele era um menino classe média alta, que não era um bom filho, um bom amigo, um bom aluno, e que em seus últimos anos de vida morreu impotente de suas forças, em uma morte precoce, por viver de uma forma anti-moralista, impondo no filme que ser correto não é algo necessário para a conquista dos objetivos, completamente contraditório ao que a sociedade ressalva.

O Filme não retrata de forma real quem era o Cantor. Cazuza foi filho de João Araújo, fundador da gravadora Som Livre, conseqüentemente conviveu desde jovem com grandes nomes da MPB, era um “filhinho de papai” pertencente a uma família de classe média alta.

Houve episódios de sua vida que não foram abordados, como a viajem do cantor na adolescência a Califórnia, para fazer um curso de fotografia, porém não o concluiu. Cazuza também prestou vestibular, no Centro de Comunicações de Jacarepaguá, onde foi aprovado, mas trancou a matrícula logo em seguida, pois seu único interesse em fazer o vestibular era ganhar o carro caso passasse, como o pai havia prometido. E o fato mais importante, porém vetado, que ao invés de ser apenas um usuário de drogas, Cazuza também era considerado como um traficante da Zona Sul, mas induzir o povo a seguir um ídolo traficante morador de um apartamento em Ipanema, não é o objetivo do Filme, então “direto para debaixo do tapete”.

Acredito, que esses tipos de “anseios de rebelde sem causa”, foram ocultados para que os espectadores não perdessem o elo, a proximidade com a historia do cantor. O que creio ser muito prejudicial na “reconstrução” da imagem de um ídolo, pois fatos como esses que são considerados menos importantes podem não ser percebidos pela maioria, porém os reais fãs do cantor não gostam apenas das superficialidades.

A seqüência do filme segue de forma correta, Cazuza entra no grupo de Teatro onde conhece Bebel Gilberto e Léo Jaime, que o apresenta para o Barão Vermelho, onde se torna vocalista, e depois de alguns anos sai do grupo, adquiri AIDS, continua fazendo sucesso com sua forma excessiva de viver.

A forma descarada e inconseqüente que o protagonista vivia mesmo após de descobrir a doença foi bem apresentada no filme. Mas um dos momentos mais tristes de sua carreira foi deixado de lado, e não foi abordado: Quando na capa da revista Veja estamparam uma foto dele ressaltando a magreza esquelética do cantor, com a manchete "Uma vítima da Aids agoniza em praça pública". A matéria questionava as obras de Cazuza, e afirmava "Cazuza não é um gênio da música”. Momento mais do que marcante, diria traumatizante para a vida de um cantor tão cheio de ego, vendo seu objetivo de ser um ícone sendo deturpado por uma revista, deveria ser contextualizado no filme. Obviamente, o objetivo do filme era mostrar um ídolo forte que independente de sua doença vivia intensamente, mas é claro que não iriam comprar briga com uma revista que circula até os dias atuais, para ao invés de lucrarem com o filme, terem prejuízos.

De qualquer maneira o filme merece aplausos, por relembrar a personalidade de um cantor misto, cheio de incertezas, vitórias e fracassos, e também por revelar que Cazuza percebeu a não existência de uma ideologia para se viver, e que ter ideais é questionar, interrogar o cotidiano, o despercebido. E mesmo ao cantar “ideologia eu quero um para viver”, a mensagem pode ser entendida de formas diferentes, para cada cinéfilo e ouvinte, mas infelizmente nesse tipo de "reconstrução do artista”, nunca fica explicito que a verdadeira Ideologia do Cinema é movida pela Industria Cultural.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Parabéns Cazuza.

Não posso deixar de comentar sobre o aniversariante do dia – Cazuza.

Como noticiaram muitos veículos de comunicação na Internet, se vivo estivesse, Cazuza estaria completando hoje meio século de vida. E poderia, se não tivesse se entregue a uma vida desregrada recheada de drogas e promiscuidade.

Assistindo hoje a uma antiga entrevista concedida pelo cantor a repórter Leda Nagle (site G1) ouvi o próprio Cazuza admitir ser uma pessoa EXAGERADA, no amor, nas experiências, no comportamento, enfim, em tudo. Exagero esse traduzido poeticamente na numa das muitas músicas de grande sucesso do cantor – Exagerado (1985 – ano em que nasci).

Tendo iniciado sua carreira com a banda Barão Vermelho – formando uma parceria de sucesso com Frejat (idealizador da banda) – em 1985, Cazuza abandonou a o Barão Vermelho em plena gravação do 4º disco da banda (quase escrevo “cd”). Como fica claro no filme biográfico Cazuza – o tempo não para, nem mesmo o Frejat, roqueiro e, também, usuário de drogas, conseguiu conviver com o exagero do Cazuza.

A Aids, doença que vitimou o poeta, foi descoberta no mesmo ano que começou sua carreira solo e daí pra frente, senão todas, muitas das musicas do cantor foram completamente influenciadas pelo drama pessoa que ele vivia.

Algum tempo atrás recebi uma mensagem – dentre muitas que chegam no e-mail, vidas sabe-se lá de onde – em que, se não me engano, uma psicóloga criticava justamente o fato da juventude dos anos 80 e 90 terem como ídolo o Cazuza.

Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível. Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta”, critica a psicóloga.

Repassei o e-mail e recebi respostas calorosas de fãs que haviam entre meus contatos, e também eu achei um pouco de exagero da parte dela mas, não dá pra negar que ela tem certa razão. Não só podemos, como devemos, apreciar e reverenciar a obra do artista. Mas de fato é preciso dissociá-las do exmplo do individuo.

Não posso deixar de mencionar alguns dos grandes sucessos deste gênio transviado: Bete Balanço, Pro Dia Nascer Feliz, Ideologia, Beija-Flor, Faz Parte Do Meu Show, e muitos outros. A lista poderia ser muito maior do que é hoje se ele não houvesse SE SUICIDADO. Mais um gênio da música que a droga e o desregramento nos leva.

Infelizmente, não podemos mais dizer: Feliz Aniversário.

Faz Parte do Meu Show - Cazuza.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Que loucura!!!

Bem, pelo jeito, vida de estrela é, de fato, de domínio publico.

Correndo alguns sites em busca de uma luz, um assunto que me inspirasse para escrever – visto que tem tempo que não o faço – me deparei com a seguinte noticia: Exorcista quer fazer ritual com Amy Winehouse.

Não conheço o trabalho da cantora em questão, sobre quem muito tenho ouvido falar ultimamente, mas não pude resistir à tentação de comentar o fato. Não consegui entender o por que de alguém fazer uma declaração desta natureza, no caso o reverendo Bob Larson, conhecido por ser um dos mais famosos exorcistas do mundo.

Pelo que entendi da reportagem, o reverendo não estava prestes a atender a um pedido de uma pessoa desesperada, quer Winehouse esteja possuída ou não. Segundo a matéria do site Terra, o reverendo estaria disposto, inclusive, a seguir a cantora no intuito de fazer sua boa ação, para tentar livrá-la “dos demônios que a perseguem”.

Quando li a noticia achei interessante saber que alguém, de forma tão altruísta, se propõe a ajudar uma outra pessoa em tão complexa situação. No entanto, nunca havia visto alguém que quisesse fazer isso mesmo sem a solicitação do beneficiado – a matéria ñ deixou claro a visão da artista a respeito do assunto.

Como disse antes, não conheço muito nem a vida nem a obra da cantora mas, lendo outras noticias sobre a mesma, concluir que a dedução de que Amy Winehouse estaria sendo possuída por demônios decorre do fato da cantora ter um estilo altamente “drugs, crazy and rock’n’roll”...

Quero só ver no que vai dar esta historia, qual será seu desfecho.

Por favor, se alguém ficar sabendo avise-me.



Fonte: http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI2670521-EI1267,00.html

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Homenagem "In the Name of Love"


Por Midiã Noelle

Ajudar ao próximo, principalmente se forem os africanos com AIDS, é uma das causas humanitárias preferidas da banda U2, principalmente do Vocalista Bono Vox. Graças a essa luta em prol de ajudá-los, músicos do continente resolveram gravar um disco em homenagem à banda. Né legal?
O disco será uma coletânea que leva o nome de "In the name of love", (Em nome do Amor), uma das músicas mais conhecidas do grupo. Parece que a coletânea será lançada no dia 01 de abril de 2008 pela "Shout! Factory". Uma parte da renda arrecadada será revertida para a Instituição Global Fund, que trabalha em 136 países para combater a AIDS, tuberculose e a malária.
Agora pulando o gênero informativo, e pulando para o opinativo, digam aí, U2 num é T-U-D-O. Uma banda irlandesa, que já têm mais de trinta, eu disse TRINTA anos de existência e sucesso, na minha opinião pode ser comparada até com os Stones em questão de grupo de rock que vale a pena com "estrada", mas também sendo equiparado ao David Bowie, graças ao estilos, ou melhor, estilos da banda que mudam de forma camaleônica ao longo dos novos cd's.
Quem não se derrete em um pensamento nostalgico, ou amoroso ao ouvir with or without you? Quem não ama o estilo politicamente correto da banda? Quem conhece, gosta, admira.
Poucas pessoas sabem, mais o U2 já teve outros nomes, como: os "Feedback" , e depois mudaram para "The Hype". Depois, Adam, baixista da banda, sugeriu o nome U2 para a banda, em homenagem a um avião espião, o Lockhees U-2, utilizado pelos Estados Unidos na Guerra Fria, derrubado pela União Soviética poucos dias antes do nascimento de Bono. Ainda bem né, pois se linkarmos o nome da banda com a filosofia que eles passam, se torna uma coisa só. Vejamos então: U2, You=você, two que significa o número dois, mais que soa a palavra too, que significa també.m. Ou seja, VOCÊ TAMBÉM. Nós os fãs também participamos da construção da banda. Bem, é meio que filosofia de fã sabe, rsrsrs...
Mais uma curiosidade do U2 que eu não sei se todos que curtem sabem, é a do clipe One. Tem duas versões, se não me engano são três na verdade, é a do restaurante, a de vestidos de travesti, e a dos búfalos.
A dos travestis foi a primeira versão, só que se não me engano eles apoiavam uma causa gay, ou era um grupo contra a AIDS, e depois acharam que poderia dar problema, então fizeram a versão dos búfalos, que por sinal foi capa de algum cd deles aí, mas como o clipe era muito "cabeção", viajava demais, talvez não tivesse aceitação do público - ou não teve, não me lembro bem-, enfim, a última versão foi a do restaurante, uma coisa mais vendável e aceitável paar o público. E aaannoos depois né que eles regravam um clipe da música pela quarta vez, só que dessa vez com a participação da super Mary J. Blige.


Pensei em colocar um histórico deles aqui, mas é tanta história, tantos shows - menos no Brasil que só vieram três vezes em trinta anos-, tantos discos e clipes, que chega fico "abafada" com tanta informação.

Confiram as versões do clipe One:




Búfalos:


Travestis:


Restaurante - última versão oficial:


Versão com Mary J.Blige:

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Huuum, cheirinho de novo

Muito para postar e pouco tempo para escrever.
Fim de semana postaremos dicas de bandas locais de Salvador bem bacanas.

De prévia :

Quarteto de Cinco


sábado, 2 de fevereiro de 2008

Mais shows com valores exorbitantes.



Sean Kingston


O cantor de apenas 17 anos, Sean Kingston, que até o momento só fez sucesso com a a música "Beautiful Girls", irá se apresentar no dia 19 de março, no Via Funchal em São Paulo. O valor do ingresso, varia enter R$120,00 e R$ 300,00 - Acho que eles não perceberam que o Brasil é um país sub-desenvolvido.

My Chemical Romance




Na segunda feira dia 07-02, começam as vendas dos ingressos para o primeiro show no Brasil da banda de My Chemical Romance. . Os preços do show que será no Via Funchal, em São Paulo, dia 18 de fevereiro, são: R$ 140 (pista), R$ 180 (mezanino) e R$ 250 (camarotes).

Obs: Se para assistir um show do Bob Dylan, o valor de R$250,00 é difícial de dar em um ingresso, imagina para ver Sean ...
Já o My Chemical, pelo menos tem bem mais sucessos. E para a alegria geral de São Paulo, é uma banda EMO.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

?

A Winehouse não parece com a Pitty?

Claro que sem o descolorante nos cabelos, e o corpo anoréxico.

Olha:

Começou.

É começou o Carnaval no País. Rio de Janeiro, São Paulo, Olinda...Eita que o rock "vai comer" solto em Salvador.
Hã? Não entendeu?
É isso mesmo. Também de Rock vive a Bahia e o Carnaval.


Olha a Grade de atrações do Palco do Rock em Piatã (É só clicar para ampliar):






O Projeto tem 14 anos, passou por diversos problemas com espaço, estrutura, apoio, e até mesmo com a prefeitura. O ano de 2007 foi considerado pela Associação como o ano de retorno, pois voltou a ter divulgação da mídia, TVs, e internet, e também foi incluído na grade oficial do carnaval.
Informações, acessem:


Detalhe, essas bandas são bem legais, mas procurem por The Honkers. Futuramente coloco um histórico e uma crítica sobre a banda, e quem sabe até um link de download ein?!?!?!