O que acontece quando um estudante de Comunicação, fanático por música, resolve falar sobre o tema? A resposta está aqui... um blog ao estilo Jukebox de ser, que tenta fazer um mix de todos os questionamentos e dicas sobre uma arte essencial para viver, a música.
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sábado, 23 de julho de 2011

Droga! Mais um aos 27!



Mais uma vez a história se repete. Perdemos um artista talentoso para as drogas. Dando continuidade a uma macabra lista de grandes artistas da música que morreram aos 27 anos, hoje, dia 23/07/2011, fecharam-se as cortinas da vida de Amy Winehouse.

Ainda que a morte seja a única coisa certa na vida de todos nós e, no caso de Amy, muitos pudessem esperar que ela, a morte, viesse precocemente, ninguém deixa de se espantar quando ela chega. Apesar desta tragédia, de certa forma, ter sido anunciada, me pegou de surpresa. Mais que isso, está dificil de acreditar que aquela bela voz, assim como a poesia entoada por ela, se calaram para sempre.

Assim como no texto O Lado Negro da Fama, onde refleti sobre a relação das drogas e dos artistas, volto a me questionar: quantos artistas talentosos ainda perderemos para as drogas?!

Sem mais, deixo como homenagem uma das músicas da Amy que mais me comovem.



Amy Winehouse - Tears Dry On Their Own winehouse

terça-feira, 28 de julho de 2009

Música ecumênica.


Olá galera, olha eu aqui dando sinal de vida...

No último fim de semana fui convidado por uma prima a fazer um programa que, definitivamente, não estou habituado. O convite consistia em participar de um forró que ocorroria na igreja protestante a qual ela fazia parte. Confesso que, mesmo sendo viciado em forró e tendo aceito o convite quase que no automático, fiquei um tanto quanto ancioso para saber como seria um "forró de crente". Mas o forró acabou nem rolando...

No entanto, antes de saber que não haveria o forró, acompanhei, junto com minha anfitriã, o culto da noite - dedicado ao público jovem. Embora espírita, consegui extrair daquela forma diferenciada uma mensagem muito legal. Foi proveitoso estar ali. Mas, não é sobre religião que trata este blog e sim sobre música. E foi isso que me levou a este culto e, do momento em que cheguei até a hora que saí, que me manteve, de certa forma, sintonizado ao ambiente "estranho".

A música de crente, ao meu ver, de forma geral, é uma música "normal" com uma letra que busca propagar a mensagem da religião. Nas duas, três horas que estive no local escutei rock, rap e pop com letras que axaltavam o nome de Cristo. Ruim? Não. Apenas diferente para mim. Mas não o suficiente para me fazer não percebê-la.

Já dentro do carro, deixando a igreja com a frustração de não ter dançado o forrózinho, e com o desejo de prolongar nosso sabádo a noite, a música que eu ouvi minutos antes sucitou em mim um pensamento - nenhuma religião deixa de utilizar essa arte. Lembrei da igreja católica com suas canções de luvor aos santos, as missas cantadas, das músicas suaves tocadas nos centros espíritas, dos sons fortes e retumbantes dos tambores e atabaques do candomblé, das músicas instrumentais que retratam os sons da natureza, tão comuns a tantas filosofias de base oriental.

Percebi naquele momento que, apesar de frequentar a maioria dessas religiões em raras ocasiões, apenas atendendo a convites, as músicas sempre me atraem. De certa maneira, elas diminuem o estranhamento causado pelo novo - quando é o caso. Enfim, é a música... sempre ela.

Tentando meio que traduzir, de certa forma, o intuito e a música de todas as religiões, deixo abaixo uma música de Carlinhos Brown, interpretada por Maria Bethânea e Ivete Sangalo. Espero que gostem. Até a próxima e não deixem de comentar os textos. Valeu.

Ivete Sangalo & Maria Bethania - Muito Obrigado Axé

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Elas Cantaram Roberto Carlos

No ultimo domingo (31/05/09) a Rede Globo levou ao ar o show “Elas Cantam Roberto Carlos” que fez parte dos eventos em homenagem aos 50 anos de carreira do “rei”. No evento, as principais vozes femininas do país interpretaram as principais canções de Roberto Carlos. Ivete Sangalo, Nana Caymmi, Cláudia Leite, Fernanda Abreu, Marina Lima, Wanderléia, dentre outras, fizeram emocionadas interpretações, como quem realmente reverenciavam à Magestade.

Como já era de se esperar, o show foi simplesmente brilhante. Cada cantora, em seus diferentes estilos, deram o melhor de si para passar a emoção existente nas românticas canções do precursor da Jovem Guarda. Ivete Sangalo com sua voz firme e singela abriu o espetáculo com “Olha” e o encerrou com “Os Seus Botões”. Ana Carolina trovejou a “Força Estranha” composta por Caetano Veloso e incorporada por Roberto. A melosa e delicada voz de Sandy Leah entoou “Como É Grande o Meu Amor Por Você”. E Marília Pêra voou numa dramatização absolutamente teatral em “120... 150... 200 Km Por Hora”. Diferentes e femininas vozes cantando o amor do rei.

Dentre tantas vozes, uma me surpreendeu. Ao cantar "Você não sabe" Hebe Camargo fez aquela que, a meu ver, foi uma das melhores performances da noite. Já havia escutado sobre o gosto da apresentadora pela arte de cantar, mas não sabia que tinha sido essa sua primeira profissão, e muito menos o quão tocante era sua interpretação. Tão acostumado as suas gracinhas entre os celebres convidados de seu programa, desconhecia o seu lado cantora. Definitivamente, uma tocante surpresa. Um show de interpretação. Um show de emoção.

Não posso deixar de falar daquela que para mim foi a maior emoção do show – Alcione cantando Sua Estupidez. Visivelmente, foi a melhor interpretação da noite. Mais uma vez Marrom mostrou o que é cantar com emoção, mais do que isso, mostrou o que é passar emoção. Os gemidos musicais da negra maranhense, dignos das divas do soul americano, deram um toque todo especial a letra sentimental da canção.

Creio ter sido essa uma homenagem que o rei do rock, da música romântica, da MPB, jamais esquecerá. Apesar do reconhecimento e das milhares de oportunidades vividas por Roberto Carlos nesses 50 anos de carreira, penso ter sido essa uma emoção singular. Uma emoção que certamente esse quase septuagenário que há cinqüenta anos faz música terá como ponto alto e reconhecimento maior de seu trabalho.



Você não sabe – Hebe Camargo


Sua Estupidez - Alcione

terça-feira, 10 de março de 2009

Gracias a La Vida

Este fim de semana, no dia internacional das mulheres, as mulheres de minha família se reuniram num almoço em minha casa para celebrar o seu dia e confraternizar em família. Obviamente, como em qualquer celebração, a música teve papel fundamental e uma das trilhas sonoras foi o cd Falso Brilhante de Elis regina que minha mãe havia acabado de ganhar.

Embora todo o cd seja de uma qualidade ELIS, uma música se sobresaiu e foi motivo de atenção especial - Gracias a La Vida. Já fui diversas vezes acordado com essa música, graças a minha mãe que sempre faz questão de ouvi-la num volume mais alto possível. Apesar de gostar muito da música, meu espanhol escasso nunca me permitiu saber exatamente sobre o que ela falava além de uma gratidão a vida - até esse 08 de março em que minha tia me pediu que procurasse sua tradução.

Bem, para não mais me prolongar, deixo a tradução desta música que é uma verdadeira declaração de amor à algum sortudo. Uma linda declaração de amor cantada por cantoras como Elis Regina e Mercedes Sosa.



Violeta Parra # Gracias a la Vida ( Tradução em português )

Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me dois olhos que quando os abro
Perfeitamente distingo o negro do branco
E no alto céu seu fundo estrelado
E nas multidões o homem que eu amo.
.
Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me a audição que em toda a sua largura
Grava noite e dia grilos e canários
Martírios, turbinas, latidos, chuveiro
E a voz tão terna do meu bem amado.
.
Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me o som e o abecedário
Com ele, as palavras que penso e declaro
Mãe, amigo e irmão
E luz iluminando a rota da alma que estou amando
.
Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me o coração que agita em sua marca
Quando olho o fruto do cérebro humano
Quando olho o bom tão longe do mal
Quando olho o fundo de teus olhos claros.
.
Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me a marcha de meus pés cansados
Com eles andei cidades e charco
Praias e desertos, montanhas e planícies
E a casa tua, tua rua e teu quintal.
.
Obrigado à vida que tem me dado tanto
Deu-me o riso e deu-me o pranto
Assim eu distingo sorte de fraqueza
Os dois materiais que formam meu canto
E o canto dos senhores que és o mesmo canto
E o canto de todos que és o meu próprio canto


Letra Original

Acompanhem a musica no video.
Gracias a la Vida - Elis Regina

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Elis Regina - um poema.





Oi pessoas, após um mês sem nenhuma nova linha escrita, cá estou pra tentar correr atrás do prejuízo. Além da falta de tempo, muitos outros fatores (psicologicos - é bem verdade... rs) interferem nessa produção que, assumo hoje o compromisso público de não deixar ocorrer mais. Prometo escrever, pelo menos, uma vez por semana. Nem que seja postar uma música que eu goste.

Bem, essa atualização de hoje foi muito avaliada, visto que estarei postando um conteúdo meu - o qual não me sinto inteiramente seguro de compartilhá-lo. Mesmo este já tendo sido postado numa comunidade do Orkut.


O texto que posto logo abaixo, escrevi no início de 2006 enqanto escutava o Cd da Elis - artista que simplesmente amo - e lamentava o fato de nunca ter tido a oportunidade de vê-la (nem ao menos pela tv) já que ela havia morrido antes de eu nascer... Adoraria ter tido a oportunidade de pelo menos acompanhar (um pouco que seja) sua carreira... Mas não foi possivel. Dai... fazendo essas reflexões acabei por escrever esse texto que agora divivido com vocês.

Como falei, apesar de ter postado esse poema na Comunidade Elis Regina, no Orkut, publicá-lo neste blog toma uma outra proporção e me deixa tão inseguro quanto eu estava quando o postei no Orkut. De qualquer forma, quem tá na chuva é para se molhar. Espero que gostem.


Abraços!!!!



Elis Regina - um poema.

Um olhar triste
Um sorriso contagiante
Ao soltar a voz e cantar,
Fazia o mundo se emocionar
Por ser baixinha,
Era chamada de Pimentinha
Elis, por que quis partir
E nos deixaste aqui?
Não era sua hora...
Você não precisava ir embora
Você tinha que ficar
E nossos corações tocar
Com aquelas belissimas canções
Que quem escrevia sabia
Não seriam apenas cantadas
Mas com a alma interpretadas.
Que saudade Elis!


Tiago Cardoso.


PS: Por favor, não sejam tão mordazes nas críticas. huahuahauha

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Prazer Samba-Canção!

No ultimo dia 17, a Rede Globo exibiu mas um Por Toda Minha Vida (programa que gosto muito por causa da tematica) – que conta a trajetoria de grandes artistas brasileiros já falecidos. Depois de Cazuza, Tim Maia, Elis, Mamonas e alguns outros, o programa do dia 17 foi dedicado a Dolores Duran, a qual ouvia, esporadicamente, o nome ser mencionado por algum grande artista, mas a qual não conhecia.

Na semana em que o programa seria exibido, OUVI a chamada do programa e me interessei justamente por, ao contrário das outras edições, ser sobre uma artista que eu não conheci. Acabei não assistindo o programa, no entanto, acabei não conseguindo esquecer a cantora – que eu não conhecia, mas sabia que tinha sido um nome nacional – e esta semana, ao lembrar do programa, procurei na net informações sobre a cantora e acabei por assistir o programa no Youtube (santo site!).

Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha foi uma cantora e compositora brasileira, nascida no Rio, que representava o gênero samba-canção ou fossa (surgido na década de 30). Além de Dolores Duran e Maysa Matarazzo, destacam-se Nora Ney e Ângela Maria.

Dolores foi, com certeza, uma das maiores representantes do samba-canção brasileiro. Começou a cantar muito cedo - seu primeiro prêmio foi aos seis anos de idade. Aos 15 seu pai morreu - e a menina Adiléa teve que sustentar sua família, cantando, que é o que ela melhor sabia fazer. Autodidata, dominou o inglês, francês, italiano e espanhol ouvindo músicas, a ponto de Ella Fitzgerald lhe dizer que foi em sua voz a melhor interpretação que ela já havia ouvido de My Funny Valentine - um clássico da música norte-americana. (Wikipedia)

Pra mim, a primeira surpresa desta pesquisa foi saber que as músicas ouvidas por nossos avós, ou mesmo pais, altamente nostálgicas, se chamavam SAMBA-CANÇÃO. Percebi se tratar do mesmo gênero de música cantado por outra grande cantora que gosto, Nana Caymmi – através de quem conheci uma das musicas de Dolores (Noite do Meu Bem), sem conhecê-la.

A qualidade de Dolores era atestada por suas belas canções e, principalmente, pelas parcerias formadas pela cantora, dentre elas a feita com Vinicius de Moraes e Tom Jobim de onde surgiram músicas como Estrada do Sol (muito linda) e Por Causa de Você.
É engraçado, pelo menos ao meu ver, a forma como olhamos o tempo decorrido. A nós jovens (falo por mim), parece tão distante, tão desnecessário conhecer. Gostei da experiência de conhecer mas um mito brasileiro pouco conhecido por nós jovens. Aliás, sinto que o objetivo deste texto seja, em grande parte, esse: dizer que gostei desse novo mito que me foi apresentado e estimular os outros que não a conhece a fazê-lo.
A cantora morreu aos 29 anos de um ataque fulminante do coração enquanto dormia. Ironicamente, no dia em que morreu, após chegar em casa de mais uma madrugada de trabalho (pela manhã) e de brincar um pouco com a filha, a cantora vai dormir deixando o seguinte recado para secretária: "Não me acorde. Hoje estou muito cansada. Vou dormir até morrer"

Seguem abaixo duas musicas da Dolores. Como não existe registro de imagens das músicas que escolhi gravadas pela própria cantora, ficam as composições de Dolores interpretadas por grandes cantoras – Elis e Maria Bethânea.




Elis Regina - Estrada do Sol





Maria Bethânia - A Noite do Meu Bem


segunda-feira, 12 de maio de 2008

A conquista do mundo!!!!

Que Ivete Sangalo é um sucesso mundial não é nenhuma novidade, mas agora, após assistir ao vídeo abaixo, tive certeza que ela se tornou, não uma artista que faz shows mundo a fora e sim uma artista INTERNACIONAL.

Sabia da força do trabalho dela na Espanha, assim como outros tantos cantores brasileiros (muitos baianos), e o sucesso que faz pela Europa e já tinha tido a oportunidade de vê-la em alguns vídeos cantando em Espanhol. Daí, vocês podem se perguntar: então o que a de novo nesse vídeo? É simples, ela não esta apenas cantando uma música em espanhol, este é, simplesmente, um clip gravado em espanhol.

No meu entender, o fato de um artista fazer um clip em outra língua é completamente diferente dele, em apresentações em cada país, cantar algumas músicas no idioma local. Pra mim, esse clip soou como um ATESTADO DE INTERNACIONALIZAÇÃO – se podemos dizer assim.

Não sei se eu que sou uma pessoa completamente desatualizada e sem noção ou se este fato da carreira da Ivete é realmente novo. A questão é que não pensei que artistas brasileiros fizessem tamanho sucesso em outros países.

Mais uma vez.... VIVA A MÚSICA BRASILEIRA!!!!


Clip: Si No Te Amase Tanto Así - Ivete Sangalo



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Aproveito pra responder o meu primeiro meme que recebi do blog do Danilo B. Ponto D.Com .

Vamos lá então:
Por: Tiago Cardoso


1 - Qual é a sua palavra favorita?
"amizade"

2 - Qual é a palavra que você menos gosta?
"medo "

3 - Qual é o seu som favorito?
Pergunta dificil... adoro musica.

4 - Qual é o som que você mais odeia?
torneira pingando.

5 - Qual é o seu palavrão favorito?
"porra"?! :D

6 - O que te anima?
Um dia com sol. (copiando Danilo)

7 - O que te repugna?
Traição e mentira.

8 - Qual profissão, diferente da sua, você gostaria de ter?
Músico... meu sonho! rs

9 - Qual profissão você nunca gostaria de ter?
Coveiro

10 - Se existir o Paraíso, o que você gostaria de ouvir Deus te dizendo quando você chegasse na porta do Céu?
Você não foi tão mal, meu filho. hehehhe


Repasso para os blogs: Euforia Melancólica, Carpe Diem e Pitacos da Naninha.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

E Jingle é música?

Por que não seria? Só porque tem a função de vender um produto?
Jingle é uma mensagem publicitária musicada e elaborada com um refrão simples e de curta duração, a fim de ser lembrado com facilidade. Música feita exclusivamente para um produto ou empresa. (Winkipédia).

Pois bem, jingle é musica sim. Bem verdade que às vezes um tanto comerciais de mais, chatas, outras vezes, e mesmo sem nenhum atrativo – nem mesmo para o fim que se propõe.

Na última terça-feira, tive uma aula de RTVC (disciplina do curso de Publicidade – radio, tv e cinema) diferente. Tive a oportunidade de realizar um sonho – um sonho besta, mas um sonho (impressionante como coisas simples podem nos deixar feliz) – conhecer uma Produtora de áudio.

A produtora “escolhida” pelo “tio” Daniel (risos) foi a Attitude Audio Criação– aqui de Salvador. Fomos recepcionados pelo produtor, e sócio da empresa, Napoleão Cunha – musico (baterista), produtor/ empresário e estudante de cinema. A idéia era conhecer o dia-a-dia de um produtor de áudio, como são produzidos muitas das peças publicitárias que ouvimos nos rádios e nas tvs e os aspectos que interligavam a música e a publicidade.

Após comentar como o musico se envolveu com a publicidade, se tornando um elo da cadeia publicitária na Bahia, Napoleão passou a falar da produção dos jingles – que era o importante para os futuros publicitários ali presentes. Em síntese, ele nos mostrou quais eram as principais dificuldades em si produzir um jingle, ou spot (que não vou falar muito porque não está tão ligado ao tema do blog), principalmente, e mais comuns, os relativos à criação dos publicitários – que quase nunca são músicos ou têm noção do assunto, apenas escrevem o texto.

Enquanto musico, Napoleão comentou a dificuldade que existe na transformação de uma idéia, que deve vender um produto, em música, por isso, poucos são os jingles que vemos com qualidade. Foram levantadas também as dificuldades relativas à criação (que interessa mais aos profissionais da área) e tocado num assunto extremamente importante no que diz respeito à música: o plágio.

Como todos sabem, toda obra artística é protegida por direitos autorais e, portanto, precisa-se da autorização do autor para ser veiculada, alem de pagar por essa concessão. O que acontece, no entanto, é que por, nem sempre, terem verbas para pagar os direitos de alguma música, as agencias optam por encomendar uma música (me refiro à melodia) própria para a peça. Aí que mora o perigo. Com um pouco de conhecimento em música, e tomando como referência para criar uma música que ele (o criativo da agencia) já conhece, muitas vezes pode ocorre uma situação de plágio – ainda que involuntária – o que pode trazer no fim das contas mais prejuízos do que benefícios.

Enfim, para concluir quero comentar aqui uma curiosidade que Napoleão nos contou e que retrata o que é fazer um jingle de qualidade. Um dos grandes sucessos na voz de Maria Bethânia, Cheiro de Amor – que foi tema da novela global Pé Na Jaca –, foi criada como um jingle. Foi uma surpresa, para mim, saber que uma música que eu acostumei a ouvir como tema romântico executado por uma grande cantora, foi criado por Duda Mendonça como campanha de Dia dos Namorados para um motel de Salvador (ninguém ta louco, eu não me enganei, é isso mesmo!).

Agora quero ver quem vai poder dizer que um jingle não é música. E para aqueles que não conhecem, segue abaixo a letra e a música.


Cheiro de Amor
Maria Bethânia
Composição: Duda/ Jota/ Paulo Sérgio Valle/ Ribeiro

De repente fico rindo à toa sem saber por que
E vem a vontade de sonhar de novo te encontrar
Foi tudo tão de repente, eu não consigo esquecer
E confesso tive medo, quase disse não
Mas o seu jeito de me olhar, a fala mansa meio rouca
Foi me deixando quase louca já não podia mais pensar
Eu me dei toda para você
De repente fico rindo à toa sem saber por que
E vem a vontade de sonhar de novo te ao encontrar
Foi tudo tão de repente, eu não consigo esquecer
E confesso tive medo, quase disse não
E meio louca de prazer lembro teu corpo no espelho
E vem o cheiro de amor, eu te sinto tão presente...
Volte logo meu amor





terça-feira, 1 de abril de 2008

Tá falando disso mesmo?

Será que quando escutamos uma música, sabemos realmente sobre o que o autor está falando? Conseguimos descobrir a fonte de inspiração para ele? Creio que não.

Bem, há algum tempo atrás fiquei sabendo que uma das músicas mais conhecidas da banda Cidade Negra, Aonde Você Mora, era na verdade uma composição da Marisa Monte. Não lembrava, e não lembro, de tê-la ouvido cantando esta música antes, e fiquei um pouco surpreso.

Até aí, nada demais. Afinal de contas, Marisa é uma compositora excepcional e esta seria apenas mais uma música. O que me chamou a atenção, no entanto, foi a historia da música que alguém (não lembro quem) me contou – quando comentei que não tinha conhecimento que tal música era dela.

Segundo me disseram, Marisa havia composto esta música no período em que se mudou para a Europa e, ao contrário do que eu pensava, o Amor a que a letra faz menção é o de uma filha pela mãe. Ela se referia a falta que sentia da mãe, de quem não havia se separado antes por tanto tempo.

É bem verdade que na gravação do Cidade Negra, eles dão a entender que a letra se refere ao Amor entre homem e mulher – o que se aplica perfeitamente. A questão é que não era sobre isso que a música efetivamente falava. Aí eu me pergunto: quantas musicas que escuto, ou já escutei, foram criadas num contexto completamente diferente ao que é apresentado? Quantas delas se referiam a situações completamente adversas e nós não sabemos.

Tomar conhecimento desta historia me fez questionar essas coisas, e também o porquê de querermos a atribuir à palavra Amor sempre um sentido conjugal. “Aonde Você Mora” falava do Amor de filial, mas, talvez por causa da interpretação, ninguém nunca fez essa relação. No entanto, nunca tentamos fazer uma outra relação.

Outro exemplo clássico da falta de conhecimento da historia e do contexto da música está nas letras de expoentes da música brasileira como Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Quem nunca ouviu musicas como Cálice – uma referencia a ditadura – e pensou se tratar de uma música meramente religiosa? Certamente, muita gente. Bem diga os caracóis dos cabelos do Caetano, escrita por Roberto Carlos, o qual, não conhecendo a historia, sempre atribuímos aos cabelos de alguma linda mulher brasileira?

Poderia citar muitos outros casos de músicas as quais atribuímos uma interpretação diferente daquela pensada por seu compositor. Porém, quero apenas deixar esta reflexão sobre a necessidade de sabermos o que realmente o que estamos cantando, precisamos, pelo menos, tentar conheceras historias. E se for para fazer outras interpretações, que façamos consciente e não por não sabermos do que se trata – isso dá uma sensação de estar sendo enganado (pelo menos pra mim).

Para que possamos iniciar este processo, aproveito para indicar o Blog Saïan Supa, que justamente conta a historia de algumas musicas.


PS: como eu disse, não lembro a fonte que me contou a historia (que é coerente) e infelizmente não tive como confirmar até hoje. Se alguém souber que o que relato não é fato, é só falar.

Para quem não lembra da música, aí vai a letra:


Aonde Você Mora (Marisa Monte)

Amor igual ao teu
Eu nunca mais terei
Amor que eu nunca vi igual
Que eu nunca mais verei
Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete
Amor
Você vai ficar em casa
Eu quero abrir a porta
Aonde você mora
Aonde você foi morar
Não quero estar de fora
Aonde está você
Eu tive que ir embora
Mesmo querendo ficar
Agora eu sei
Eu sei que eu fui embora
Agora eu quero você
De volta pra mim
Amor igual ao teu...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Que loucura!!!

Bem, pelo jeito, vida de estrela é, de fato, de domínio publico.

Correndo alguns sites em busca de uma luz, um assunto que me inspirasse para escrever – visto que tem tempo que não o faço – me deparei com a seguinte noticia: Exorcista quer fazer ritual com Amy Winehouse.

Não conheço o trabalho da cantora em questão, sobre quem muito tenho ouvido falar ultimamente, mas não pude resistir à tentação de comentar o fato. Não consegui entender o por que de alguém fazer uma declaração desta natureza, no caso o reverendo Bob Larson, conhecido por ser um dos mais famosos exorcistas do mundo.

Pelo que entendi da reportagem, o reverendo não estava prestes a atender a um pedido de uma pessoa desesperada, quer Winehouse esteja possuída ou não. Segundo a matéria do site Terra, o reverendo estaria disposto, inclusive, a seguir a cantora no intuito de fazer sua boa ação, para tentar livrá-la “dos demônios que a perseguem”.

Quando li a noticia achei interessante saber que alguém, de forma tão altruísta, se propõe a ajudar uma outra pessoa em tão complexa situação. No entanto, nunca havia visto alguém que quisesse fazer isso mesmo sem a solicitação do beneficiado – a matéria ñ deixou claro a visão da artista a respeito do assunto.

Como disse antes, não conheço muito nem a vida nem a obra da cantora mas, lendo outras noticias sobre a mesma, concluir que a dedução de que Amy Winehouse estaria sendo possuída por demônios decorre do fato da cantora ter um estilo altamente “drugs, crazy and rock’n’roll”...

Quero só ver no que vai dar esta historia, qual será seu desfecho.

Por favor, se alguém ficar sabendo avise-me.



Fonte: http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI2670521-EI1267,00.html

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O lado negro da fama.

Fama, dinheiro, sucesso, às vezes sobem à cabeça. Assim acontece no mundo das estrelas, no mundo das artes, no mundo da música. Infelizmente não são poucos os casos de artistas (e aqui me aterei aos casos da musica) que infelizmente não conseguem administrar saudavelmente toda fama que tem, ou a falta dela. E quando isso acontece, a maioria desses músicos recorrem às drogas como subterfúgios para aplacar as ilusões. É impressionante como nessa hora o dinheiro não faz diferença.

Volta e meia penso neste tema – visto que muito dos artistas que gosto, infelizmente, estão entre os que recorrem a este expediente – e, por mais que pense, não consigo encontrar resposta para sanar uma simples dúvida: o que leva uma pessoa com sucesso a arriscar tudo por pequenos e rápidos minutos de prazer e abstração da realidade?

Comecei a escrever esse texto após rever – no computador ao lado do meu – uma imagem de Whitney Houston, algum tempo atrás. É deprimente ver uma artista como ela chegar onde chegou por causa das drogas. Lembro-me da primeira vez que vi as fotos divulgadas na mídia mundo a fora. Fiquei perplexo, em nada lembrava aquela bela mulher, com uma voz singular que, além de tudo, atuava de forma brilhante em O Guarda-Costas.

Como Whitney, muitos são os casos. Em termos de Brasil, vou citar dois casos conhecidos e que, para mim, foram muito significativos. A perda de Elis Regina e de Cássia Eller, quase exatos vinte anos depois – ambas mortas em virtude da overdose de drogas. Chego a sentir raiva ao pensar que duas artistas como elas (e olhe que só nasci 3 anos após a morte de Elis) tenham interrompido uma carreira brilhante por conta disso.

Talvez por ser extremamente “careta” eu nunca consiga chegar nem perto de uma explicação que possa fazer sentido. Dificuldades, todos nós passamos. Mas, ao contrario de muitos, elas tinham “tudo”. Não desconsiderado o fato de que, embora estrelas, elas eram de carne e osso como qualquer um de nós. Porém, talvez por ser tão ligado à musica e perceber o significado, a importância, dessas e de outros cantores, não consigo deixar de condenar e me sentir revoltado.

Gostaria de saber mais quantos artistas talentosos deixarei de conhecer a fundo, ou nem saberei da existência, por causa das drogas? Quantos mais vão brincar com a própria vida, e deixar de empenhar papéis importantes na vida das pessoas? Não sei, realmente não sei. Às vezes é mais fácil fingir que tal artista não utiliza droga pra não precisar pensar em sua morte. Mas como diz o ditado, basta está vivo pra morrer. Mas ninguem precisa adiantar o processo.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Infelizmente, concordo com Medina.

No dia 22 de janeiro deste ano, Bruno Medina, o blogueiro, músico da banda Los Hermanos e escritor nas horas vagas – como diz o perfil do mesmo – escreveu sobre uma das cantoras brasileiras com maior visibilidade e fama na atualidade – Ivete Sangalo (por quem sou fascinado).

E é justamente a visibilidade da cantora que levou o Bruno a escrever o texto. Apesar de se declarar fã, ou admirador, dela, ele abordou justamente a superexposição vivida pela cantora, que ocupa diariamente todos os tipos de mídias existentes. Vendendo desde produtos de beleza até marcas de cervejas, aqui e em Portugal.

No texto, Bruno conta, de forma rápida, a trajetória midiatica de Ivete comparando-a ao grande rei da musica brasileira Roberto Carlos. O autor comenta que, consideradas as diferenças de tempo e contexto, sobretudo dos meios de comunicação, Ivete herdará a vaga - há muito ociosa - de ídolo soberano da família brasileira que um dia pertenceu a Roberto Carlos.

No entanto, o objetivo da publicação (pelo menos assim eu entendi) era questionar um possível desgaste na imagem da cantora acarretado por tamanha popularidade. E foi justamente isso que chamou minha atenção para o texto.

Como já falei, sou absolutamente “tiete da Ivete”. Mas não tenho como negar os argumentos utilizados por Medina. Embora tenha sentido orgulho (não só por ser baiano, mas principalmente por ser fã) de vê-lo compará-la àquele que é um ícone da musica Brasileira, não pude deixar de deixar de sentir tal apreensão.

É muito bom vê-la constantemente na mídia (sobretudo quando não se tem condições de ir aos shows), mas também é angustiante pensar que tanta aparição – em outdoors, cartazes, tv, radio, cinema, etc, etc etc...) – possa afetar de alguma forma a carreira dela.

Refletindo sobre o texto de Medina, não pude deixar de lembrar de uma outra grande artista nacional que o completo oposto da Ivete – o que chega a ser uma incógnita pra mim. Não sei como Marisa Monte consegui fazer tanto sucesso, mesmo fazendo aparições na mídia de vez em nunca. Seu sucesso como cantora e indiscutível, mas a única forma de vê-la na mídia é em anuncio de seus shows. Mas enfim, em outra oportunidade falo sobre a Marisa – de quem também sou fã.

Espero ver Ivete Sangalo ainda por muito tempo como grande cantora nacional, mas não me importo se ela passar a aparecer menos – se for pra preservar sua imagem e carreira. Dinheiro pra se dar ao luxo é inegável que ela já tem o bastante.
Texto Medina:

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Na Trilha da Trilha 1

Filme – alguém aqui já assistiu algum filme que não tivesse uma trilha musical?

Certamente não. Ela sempre está lá, conduzindo os espectadores para o próximo susto, o próximo suspiro... empolgando, dando ritmo a cena, envolvendo e ampliando a emoção dos atores. Num filme, a trilha sonora sempre é importante, mesmo quando a ela é o silêncio (não me refiro aqui ao cinema mudo). A trilha de um filme é algo tão essencial que muitas vezes nem as percebemos – principalmente quando estamos no ritmo da cena e essa trilha é instrumental.

Bem, lembro-me bem de um fato que me aconteceu no ano em que foi lançado um dos maiores sucessos cinematográficos – Titanic. Quem não lembra da comoção mundial causado pela a trágica história de amor? Quem pelo menos uma vez na vida, talvez até antes de assistir ao filme, não cantarolou (mesmo que embromando) trechos de My Heart Will Go On? Acredito que quase todos (quase porque não é bom ser totalitarista).

Pois bem, My Heart Will Go On, era aqui que eu queria chegar. Desde aquela época eu já era fissurado em música. Por conta disso, ao ser questionado por meu pai sobre que presente eu gostaria de receber de aniversário, não pensei duas vezes – dei a opção do cd: Titanic. Era a chance de ter meu primeiro cd de música internacional. Que ilusão.

Lembro de ter colocado o cd no som e ido direto pra ultima música, aquela que era – no momento, e acho que depois dele também – um dos maiores sucessos da famosa Celine Dion. Ouvi duas vezes a música e então resolvi escutar todos os outros sucessos do filme.

Que frustração! Faixa após faixa foi me crescendo um sentimento de está sendo enganado. Todas as músicas do álbum – com exceção da faixa 14 –, simplesmente todas, eram instrumentais. Foi o primeiro e mais frustrado cd internacional que tive. Depois de ouvir milhões de vezes o único rit que tinha, depois de saber a letra e cada solfejo dado pela cantora, ele foi esquecido.

Hoje quando recordo esse episódio, vejo que não era a trilha que era ruim, mas sim eu que não entendia nada de trilha. Se pararmos pra pensar, a Celine só solta seu vozeirão no fim do filme na hora dos créditos. A trilha INSTRUMENTAL, que por anos eu repudiei, era toda emoção do filme e eu nunca havia reparado. Alguém consegui imaginar Titanic embalado por uma série de artistas do rock ou do pop? Certamente não.

Essa foi a razão pela qual escolhi TITANIC como sendo o meu primeiro texto sobre trilha de filmes. Finalmente estou apto a reconhecer o quão valiosa foi esta trilha. E acredito que, tendo ou não gostado do filme (eu gostei muito!), ninguém vá discordar nesse ponto.



PS: Dedico este texto ao casal Jack e Rose.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Presente do Mês

O primeiro cd indicado no "Presente do Mês" do Jukebox Mix é o Balancê da cantora meio lusitana meio cabo-verdiana, Sara Tavares. Neste álbum que foi lançado em 2005, o terceiro na carreira da cantora de 30 anos,Sara conseguiu se superar, misturando todas as influências do seu estilo world music. Para que conheçam o estilo da cantora, vejam o clipe Balancê:






Breve histórico by Wipédia:

Sara ganhou a final da 1ª edição (1993/1994) do concurso Chuva de Estrelas da SIC onde interpretou um tema de Whitney Houston.
Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no Festival RTP da Canção de 1994 com a canção "Chamar a Música". A canção receberia o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no Festival Eurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª posição.
Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro Shout.
Em 1997 grava a música "Longe Do Mundo" (uma adaptação de "God Help The Outcasts, de Heidi Mollenhauer), para o filme da Disney, O Corcunda De Notre-Dame, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a inglesa, da canção.
Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin.
Colaborou entretanto no grande sucesso da banda Ala dos Namorados, "Solta-se o Beijo" .
Em 1999 editou o álbum "Mi Ma Bô", um disco mais maduro e com mais ligação às suas raízes.
O álbum "Balancê", uma edição da World Connection, foi editado em Novembro de 2005, tendo sido considerado um dos melhores álbuns do ano por parte da critica.

Mais um musical para a Beyonce estrelar.


Beyonce que já participou do musical "Dreamgirls", agora vai interpretar a diva do blues e R&B Etta James no longa "Cadillac Records", contracenando com os atores Adrien Brody (King Kong), e Jeffrey Wright (007). O filme abordará o cenário musical de Chicago na década de 50, e tabém irá mostrar as vidas de Elvis Presley, Muddy Waters, Howtin Wolf e Little Watter.




Fonte: O Globo Online

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Sinceramente? A atriz da vez poderia ser a Alicia Keys, não?
Blues = Alicia = Novidade.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Será a nova Margarete?

Gente, Margarete que se segure com os seus "Mascarados", pois Mariene aos poucos tá tomando conta. Vejam a nota do ATarde, e digam se não tenho razão?

01/02/2008 (13:30)
Hoje tem Baile dos Artistas!

Márcia Luz, do A TARDE
O Clube Fantoches de Euterpre, no Largo 2 de Julho, abrirá suas portas, a partir das 22 horas desta sexta, para a 23ª edição do Baile dos Artistas. A tradicional festa, comandada pelo estilista Di Paula, terá como rainha, este ano, a cantora Mariene de Castro. Além das já conhecidas marchinhas carnavalescas tocadas pela orquestra, a festa também será animada pelo som de um DJ, durante os intervalos. O ponto alto da noite promete ser o desfile de fantasias e a escolha do Bofe do Baile, que vai movimentar bastante os participantes, já que a eleição e a votação serão ao vivo. "Depois da eleição, a festa segue com muito confete e serpentina. Essa é uma festa tradicional,onde predomina o público GLS, mas que também é frequentada por famílias, já que é muito tranquila. Digo que é a festa da resistência", comenta Di Paula. O ingresso para o Baile dos Artistas custa R$ 10 e será vendido na bilheteria do clube.