
Olá galerinha, nesta última semana, a pessoa que agora vos escreve conheceu um Blog super bala: o
LEORAMA. O blog tem, basicamente, como temas condutores, a música, a publicidade e a tv. Bem, embora seu foco principal não seja a música, decidi “queixar” (como se diz aqui em Salvador) aos caras uma parceria entre o Leorama e o Juke – que pra minha satisfação, foi aceita. A parceria será, na verdade, num dos diferenciais do blog dos caras: o
RAMACAST, que é o podcast suuuuuper massa, produzido pelo Leo, Enrique e Raminha (do Leorama) e pelo Danilo (do PontoD) – e se tudo der certo, a partir do 4º Ramacast, por mim, Tiago (do JukeBoxMix).
Agora é só ouvir os 3 primeiros Ramacasts (muito massa!!!) e aguardar o próximo, com a nova participação (to ansioso galera... rs)
Enfim, após as novidades, vamos ao assunto da vez TECNOLÓGIA.
Hoje enquanto passeava pelo Leorama, fui apresentado pelo Raminha a algumas novas tecnologias do mundo da música, dentre elas uma guitarra que possui um sistema de afinação automático – que é diferente do afinador eletrônico – e um tal de Reactable que, segundo ele, é utilizado pela Björk. O equipamento é uma espécie de sintetizador sonoro, com uma aparência super Hi-Tec, que eu não entendi muito bem como funciona. (
Confira Aqui)
Estas novas tecnologias me fizeram me questionar sobre como será o futuro da música em meio a todos esses aparatos e lançamentos tecnológicos. O mais louco da tecnologia, não só ligada à música, mais de forma geral, é a velocidade com que ela muda. Se pararmos pra pensar, o cd é um objeto tecnológico relativamente novo, no entanto, já está ficando obsoleto. Usamos o IPod, MP3, 4, 5 e por aí vai, a todo momento, mesmo em casa quando poderíamos parar para ouvir um cd. Mas ninguém nem mais os têm. Cd hoje em dia só é utilizado pra fazer beckup de informações e olhe lá.
Tratando deste debate, lembro-me de uma noticia que li no jornal (se não me engano, no Folha) e que vai, justamente, na contramão deste processo. Enquanto caminhamos para extinção do uso do cd enquanto mídia para música, a extinta POLYGRAM está prestes a ser reaberta aqui no Brasil para retomar a produção de Vinis, que tem seu consumo aumentado nos últimos 2 anos.
Não sei se teria estimulo para voltar a ouvir vinil. Tecnicamente não saberia dizer a diferença qualitativa. Mas, quantas serão as tecnologias que virão não apenas como um ponto de transição, ou será que isso não é possível?
Enfim, pessoalmente, no caso da música, acredito que tais tecnologias só podem ser avaliadas enquanto a sua aplicação e não quanto a sua existência. Não sei como a Björk utilizou o citado instrumento tecnológico, mas, se produziu um efeito legal, ta valendo.
Aí galera, gostaria de saber a opinião dos possíveis leitores deste blog. Valeu.