Espero que curtam!
domingo, 27 de maio de 2012
Fora da Lei e do sério!
Espero que curtam!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo.

Sobre a descrição de 'filme emocionante' assisti essa semana ao filme Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo. A película é um 'road movie' onde o protagonista, um geólogo de 34 anos, atravessa o sertão nordestino com a missão de mapear a região onde será construído um canal que desviará um rio - como acontecerá no rio São Francisco (infelizmente).
Emocionante?! Talvez. Depende da perspectiva. Durante todo o filme, apenas ouvimos José Renato narrar sua história enquanto cruza um Brasil seco, desconhecido e monotono. Aliás, monotonia é um adjetivo que impera bastante nessa narrativa. Muitas vezes tem-se a sensação de estar assistindo uma apresentação de slides com narração. Passar dos primeiros 30 minutos, só por curiosidade - na esperança de um ponto de virada fabuloso, o que não acontece.
Mas, como disse antes, de um certo modo o filme emociona. Ah, já ia esquecendo... Aliás, não vou contar o filme. Quem tiver curiosidade assisti.
Como eu disse, a emoção se materializa em algumas frases ditas pelo protagonista - a exemplo do título 'Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo'. Em suas reflexões e nos depoimentos que recolhe em sua trajetória, o frustrado e solitário viajante chama atenção para determinadas frases (aparentemente desconexas) que nos leva a refletir junto com ele - mas não sobre ele.
Dentre as inúmeras frases que balizam as emoções do geólogo, um texto de Noel Rosa se destaca e conclui a jornada emocional. Último Desejo, clássico do sambista carioca, desfecha e resume a história e os sentimentos de Renato.
Verdade seja dita, assistir a este filme é um desafio. Mas, por mais "tosco" que ele pareça, o filme demonstra um único objetivo: mexer com a emoção, com a subjetividade de quem assiste. E isto ele consegue.
Assistindo ou não ao filme, curta a canção.
Noel Rosa - Último Desejo
domingo, 31 de julho de 2011
Um Mar Vermelho!
O mar que é um rio.
Um rio que não é azul – é vermelho.
Numa baía que não é de Deus – é dos Santos.
Numa bela Bahia.
Um rio-mar que é um reino.
De uma rainha bela e vaidosa.
Que no dia 2 de fevereiro.
Recebe seus presentes neste Rio Vermelho.
Tiago Cardoso (31/07/2011)
Quem vem pra beira do mar - Dorival Caimmy.Vídeo: João Lins.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A Bahia precisa conhecer o Bahia!
Na última terça-feira (26), o compositor da música ESPETACULAR que trago hoje para este blog, se apresentou em um super projeto musical no Espaço Xisto Bahia (Salvador/ BA).
Com a proposta de aproximar compositores, intérpretes, produtores e o grande público, o projeto “DE 2 EM 2” leva, uma vez por mês, ao palco do Espaço Xisto dois músicos com trajetórias e estilos diferentes. No dia 26 deste mês foi a vez de Luciano Salvador Bahia e Jota Veloso.
A pergunta que fica é: quantos de nós baianos conhecemos e reconhecemos artistas/ COMPOSITORES como Luciano Salvador Bahia? Infelizmente, poucos. Artistas como ele, Arnaldo Almeida, Sandra Simões e tantos outros que fazem parte de projetos como o De 2 em 2 são, em minha visão, subconsumido - muitas vezes disperdiçados.
É isso aí galera, vamos conhecer os bons cantores e compositores de nossa terra.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Isto é Música Popular Brasileira!

Verdade seja dita, um vídeo de 10 minutos com Gonzaguinha cantando verdadeiras perolas da Música Popular Brasileira é realmente díficil de abandonar. Mãe, eu te entendo.
Mas, hoje, pretendo ser sucinto. Em homenagem a minha mãe deixo Gonzaguinha, cantando Ponto de Interrogação, Grito de Alerta e Explode Coração.
Gonzaguinha - Ponto de Interrogação, Grito de Alerta, Explode Coração.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Atração fatal!
É impressionante como a força da atração se confirma em alguns momentos.
Por que será que nos momentos em que mais precisamos nos alegrar, levatar o astral, vibrar em outra frequência, só paramos para escutar músicas que é o extremo oposto disso?
Nessas oras não há como não acreditar nas teses que afirmam que atraímos as coisas a partir de nosso estado mental. Naqueles "maleditos" dias em que nos sintimos o pior dos seres, naquela maior sensação de deprê, as músicas insistem em nos mandar para o abismo.
Hoje, buscando me distrair, ouvir uma música que me fizesse esquecer meu péssimo estado mental, resolvi acessar meu Blip e curtir canções que fossem de outros usuários, conhecer novas músicas, explorar outros tipos de sons. Não consegui por muito tempo. Irônicamente, a sequência das canções que vinham pareciam apenas querer reforçar meu baixo astral.
Desisti do Blip na canção The Scientist, do Coldplay. Sequer terminei de ouvir a canção. Conheço pouco o trabalho desta banda inglesa mas, no pouco contato que tive com suas músicas, a introspecção e melancolia sempre se mostraram presentes. The Scientist é daquelas canções, a la Chico Cuarque, mas com um tom mais agúdo de malnacolia, que te fazem querer voltar ao útero materno. Se encolher na cama ou no sofá não resolve o problema.
Apesar de sua beleza harmônica e sonora, não posso dizer que esta seja uma canção a constar entre as mais ouvidas de seu MP3, MP4 e derivados. É o tipo de arte que deve ser apreciada de vez em quando, preferencialmente, nos momentos de maior bem estar, naqueles momentos em que sabe que nada vai mudar seu astral.
Para que possam confirmar ou rejeitar minhas sensações sobre esta música a deixo aí em baixo.
The Scientist - Coldplay
sábado, 23 de julho de 2011
Droga! Mais um aos 27!
Mais uma vez a história se repete. Perdemos um artista talentoso para as drogas. Dando continuidade a uma macabra lista de grandes artistas da música que morreram aos 27 anos, hoje, dia 23/07/2011, fecharam-se as cortinas da vida de Amy Winehouse.
Ainda que a morte seja a única coisa certa na vida de todos nós e, no caso de Amy, muitos pudessem esperar que ela, a morte, viesse precocemente, ninguém deixa de se espantar quando ela chega. Apesar desta tragédia, de certa forma, ter sido anunciada, me pegou de surpresa. Mais que isso, está dificil de acreditar que aquela bela voz, assim como a poesia entoada por ela, se calaram para sempre.
Assim como no texto O Lado Negro da Fama, onde refleti sobre a relação das drogas e dos artistas, volto a me questionar: quantos artistas talentosos ainda perderemos para as drogas?!
Sem mais, deixo como homenagem uma das músicas da Amy que mais me comovem.
Amy Winehouse - Tears Dry On Their Own winehouse
sexta-feira, 8 de julho de 2011
I Talk to the moon
Quem nunca conversou com a Lua? Quem nunca lhe lançou um olhar questionador, esperando alguma resposta? Talvez poucos adimitam, mas, certamente, muitos já o fizeram.Nova, crescente, cheia ou minguante, a Lua sempre foi um objeto de inspiração e adoração para muitos. Particularmente, sempre fui um desses adoradores deste satélite natural da Terra, que tanto inspirou poetas, seviu de testemunha para muitos romances e se faz presente em belissímas canções.
A mais ou menos duas semanas, parei, efetivamente, para escutar uma música que ouvia apenas os fragmentos em alguma novela. Talking to the moon foi meu primeiro contato com o cantor, compositor, produtor e multi-instumentista havaiano Bruno Mars. Fui capturado pela suave, harmônica e, ao mesmo tempo, vibrante melodia da canção - desde os primeiros acordes.
Mas, para mim, a surpresa ainda estava por vim - sua letra. Me ver sozinho, ou acompanhado, sentado a observar a Lua não era incomum. Contemplá-la, por vezes questioná-la, é algo que vez por outra me pego a fazer. De fato, me pego conversando com a Lua. Loucura? Talvez. Como cita Mars na canção, é possível que meus vizinhos, amigos, ou mesmo leitores deste texto, afirmem ser, no mínimo, excentricidade. Mas, fazer o que?
Enfim, para os admiradores, ou adoradores, da Lua deixo a canção do Bruno Mars e digo I talk to the moon. :D
Bruno Mars - Talking to the moon
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Sarau: mais um achado.
Midi me apresentou o programa através de seu blog, Vida com Trilha. A edição do programa que ela cita no texto foi a que contou com a participação de Marcelo Jeneci, que até então nunca tinha ouvido falar, seu xará, Marcelo Camelo e Vanessa da Mata.
Numa espécie de rodízio, os artistas vão cantando algumas de suas principais canções e respondendo às perguntas de Chico - sempre sobre mpusica. Sarau tem um formato simples mas atrativo. Pena que programas tão bons como este fiquem restritos a tv fechada.
Enquanto não possuo um canal de tv por assinatura, farei questão de assistir a todos os arquivos do site do programa. Em tempos de Web 2.0, não há como deixar coisas boas como esta passarem.
Para vocês, Marcelo Jeneci, Marcelo Camelo e Vanessa da Mata cantando Amado, de Vanessa.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Oração pelo Realengo
Só me resta orar!
Oração de São Francisco / Paula Zamp
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Genius!!!
Um grande fluxo de títulos, canções, teorias e poesias
Tudo como expressão de sofrimentos, ressentimentos, frustrações e mágoas...
Por vezes, amor.
Nada diferente dos ditos vulgares ou ordinários.
Genial é descobrir que não se deve invejar os gênios.
Só eles sabem o preço da genialidade.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Consciência
Porque precisamos tê-la?
Tudo seria tão mais fácil se não tivéssemos um senso moral a prestar conta.
Penso que não se preocupar com o resultado de seus atos, fossem eles bons ou maus, seria tão melhor...
Ser consciente, ao mesmo tempo em que é ser elevado – gradativamente falando – é também ser tolhido, engessado, impedido de fazer o que pode agradar seus sentidos.
O problema da consciência está justamente no fato dela fazer de você seu próprio juiz. Quando somos julgados pelos outros, fica fácil desconsiderar e não aceitar.
Mas quando somos julgados por nós mesmos, não tem como desconsiderarmos aquilo que nós mesmos pensamos.
Percebo que o problema da consciência, ou falta dela, reside no conhecimento que obtemos, e é por isso que às vezes tenho uma vontade doida de me manter desinformado, de não conhecer, de não aprender mais nada.
De simplesmente não reforçar o número de amarras que me paralisam perante algumas questões.
Porque eu tenho que achar as coisas certas ou erradas?
Isso é um porre...
Infelizmente, não tenho como apagar as informações adquiridas até hoje, nem sei se tenho como me manter no desconhecimento total das coisas daqui para frente...
A única coisa que sei é que a consciência, ou sua falta, são dois temas que volta e meia me atormentam.
Tiago Cardoso.
"Ah, ah, ah, ah, e ser um mortal
Não é mole, não
Desculpa, meu chapa
Mas é que eu preciso me desabafar." (Cidade Negra).
Cidade Negra - Na Moral
domingo, 26 de setembro de 2010
Bring Me To Life
Precisarei aprender a viver com isso?
Ou um dia isso passará?
Espero que passe.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
I confess....
"Confessions Part II" foi uma das músicas que me apresentaram o Usher e que reforçaram meu gosto pela música norte-americana, em especial, o R&B.
Então, é isto. Se é que alguém ainda acessa esse blog, mas uma música que faz minha cabeça. Espero que curtam. Um dia, quem sabe, eu esteja animado para falar sobre a música em si.
;)
Confessions Part II - Usher
segunda-feira, 29 de março de 2010
Isso é Coisa de Zé!!!
Olá galerinha, depois de um tempo sem escrever, eis que apareço. Desta vez não farei nenhuma análise critica sobre artista ou música. Venho relatar meus novos mergulhos no mundo da música, em especial no mundo do forró pé-de-serra.
Há algum tempo tenho me inserido no universo da produção de eventos, em particular dos eventos de forró, sempre focando na área de comunicação. Minhas investidas eram normalmente no registro fotográfico desses eventos, e sem um caráter formal, ou melhor, profissional. Entretanto, na ultima sexta-feira, dia 26/03, resolvi expandir minhas funções, e tive minha primeira experiência naquela que muitos, sabe-se lá por que, atribuem ser minha profissão – o jornalismo.
O Forró no Centro é um evento de forró pé-de-serra – nome e conceito criados por mim (não podia deixar de me aparecer... hueheuhe) – que em suas 3 edições tem contado com a participação de bandas do cenário local, como 3 Matutos e Trio Xiboquinha, e do cenário nacional como o Kuki Malino e o Coisa de Zé, primeira banda entrevistada por mim. A seguir, vos apresento a síntese daquela que foi a minha primeira reportagem.
E forró é “coisa de Zé”?
Em São Paulo, a expressão “isto é coisa de Zé” designa o que não é muito legal, e como lá o forró não é um gênero tão popular, é considerado uma “coisa de Zé”. E foi levantando a bandeira do forró que quatro jovens, vindos de diferentes gêneros musicais, adotaram o nome Coisa de Zé como uma forma irreverente de se opor a tal pensamento.
O grupo Coisa de Zé é formado por Tatu Szember (sanfona), Dudu Lima (zabumba), Diego Germano (triangulo e voz) e Rodrigo Vaz (cavaquinho). Talvez, alguns devam está se perguntando: cavaquinho?! É isso mesmo. Um cavaquinho aliado ao trio base do forró. Tive a mesma surpresa ao ver essa formação que, segundo seus integrantes, só fez aumentar a aceitação do publico em relação à banda.
Foi a primeira vez do grupo na Bahia. Quem foi ao Forró no Centro, pôde conferir uma apresentação super animada, como nos disse a produtora de eventos Gabriela Valverde, a Gaby Roots. De acordo com a produtora, apesar de recente, a banda tem um repertório legal e uma velocidade muito confortável – segundo ela, “dá pra dançar sem morrer”.
Em minha opinião, o Coisa de Zé possui uma execução técnica muito boa – uma harmonia entre os instrumentos que empolgava. Segundo seus integrantes, a banda tem como principais influências artistas da velha guarda do forró como Jackson do Pandeiro, Luis Gonzaga, Jacinto Silva, Dominguinhos, dentre outros. Embora suas vertentes musicais permeiem campos como o sertanejo, a MPB e o samba, além do autentico pé-de-serra, bandas do novo cenário do forró não constituem uma influência direta para o grupo.
E
m nosso bate-papo, os meninos disseram ter curtido a recepção do baiano, e se mostraram empolgados para o show que, como já mencionado, foi a contento. Sobre o futuro, questionei a banda sobre a Meca do forró universitário, Itaúnas, e tive meu primeiro furo de reportagem (rsrsrs). Soube em primeira mão que o Coisa de Zé não só estará no Festival de Itaúnas, como também concorrerão com a música “É disso que eu tô falando”, a ser gravada até o festival.
Ah, quanto ao questionamento feito... Se os caras continuarem nessa pegada, o forró tem grandes chances de virar uma Coisa de Zé.
Fotos: Adriana Carolinne.
PS: Este texto estará em breve também no blog Enraizando o Forró.
PS2: Se possivel, COMENTEM O TEXTO!!!
Caipora do Mato - Coisa de Zé (Forró no Cetro, 26/03/10)
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Que venha 2010!!!
A Paz - Gilberto Gil
domingo, 27 de setembro de 2009
Esperem que volto!
James Morrison 'You Give Me Something'
terça-feira, 25 de agosto de 2009
SELO!!!!
Ganhei do blog Tico Tico no Fubá http://ticoticonofubaarte.blogspot.com/ o SELO BLOG DE OURO.
