O que acontece quando um estudante de Comunicação, fanático por música, resolve falar sobre o tema? A resposta está aqui... um blog ao estilo Jukebox de ser, que tenta fazer um mix de todos os questionamentos e dicas sobre uma arte essencial para viver, a música.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Atração fatal!



É impressionante como a força da atração se confirma em alguns momentos.

Por que será que nos momentos em que mais precisamos nos alegrar, levatar o astral, vibrar em outra frequência, só paramos para escutar músicas que é o extremo oposto disso?

Nessas oras não há como não acreditar nas teses que afirmam que atraímos as coisas a partir de nosso estado mental. Naqueles "maleditos" dias em que nos sintimos o pior dos seres, naquela maior sensação de deprê, as músicas insistem em nos mandar para o abismo.

Hoje, buscando me distrair, ouvir uma música que me fizesse esquecer meu péssimo estado mental, resolvi acessar meu Blip e curtir canções que fossem de outros usuários, conhecer novas músicas, explorar outros tipos de sons. Não consegui por muito tempo. Irônicamente, a sequência das canções que vinham pareciam apenas querer reforçar meu baixo astral.

Desisti do Blip na canção The Scientist, do Coldplay. Sequer terminei de ouvir a canção. Conheço pouco o trabalho desta banda inglesa mas, no pouco contato que tive com suas músicas, a introspecção e melancolia sempre se mostraram presentes. The Scientist é daquelas canções, a la Chico Cuarque, mas com um tom mais agúdo de malnacolia, que te fazem querer voltar ao útero materno. Se encolher na cama ou no sofá não resolve o problema.

Apesar de sua beleza harmônica e sonora, não posso dizer que esta seja uma canção a constar entre as mais ouvidas de seu MP3, MP4 e derivados. É o tipo de arte que deve ser apreciada de vez em quando, preferencialmente, nos momentos de maior bem estar, naqueles momentos em que sabe que nada vai mudar seu astral.

Para que possam confirmar ou rejeitar minhas sensações sobre esta música a deixo aí em baixo.

The Scientist - Coldplay

sábado, 23 de julho de 2011

Droga! Mais um aos 27!



Mais uma vez a história se repete. Perdemos um artista talentoso para as drogas. Dando continuidade a uma macabra lista de grandes artistas da música que morreram aos 27 anos, hoje, dia 23/07/2011, fecharam-se as cortinas da vida de Amy Winehouse.

Ainda que a morte seja a única coisa certa na vida de todos nós e, no caso de Amy, muitos pudessem esperar que ela, a morte, viesse precocemente, ninguém deixa de se espantar quando ela chega. Apesar desta tragédia, de certa forma, ter sido anunciada, me pegou de surpresa. Mais que isso, está dificil de acreditar que aquela bela voz, assim como a poesia entoada por ela, se calaram para sempre.

Assim como no texto O Lado Negro da Fama, onde refleti sobre a relação das drogas e dos artistas, volto a me questionar: quantos artistas talentosos ainda perderemos para as drogas?!

Sem mais, deixo como homenagem uma das músicas da Amy que mais me comovem.



Amy Winehouse - Tears Dry On Their Own winehouse

sexta-feira, 8 de julho de 2011

I Talk to the moon

Quem nunca conversou com a Lua? Quem nunca lhe lançou um olhar questionador, esperando alguma resposta? Talvez poucos adimitam, mas, certamente, muitos já o fizeram.

Nova, crescente, cheia ou minguante, a Lua sempre foi um objeto de inspiração e adoração para muitos. Particularmente, sempre fui um desses adoradores deste satélite natural da Terra, que tanto inspirou poetas, seviu de testemunha para muitos romances e se faz presente em belissímas canções.

A mais ou menos duas semanas, parei, efetivamente, para escutar uma música que ouvia apenas os fragmentos em alguma novela. Talking to the moon foi meu primeiro contato com o cantor, compositor, produtor e multi-instumentista havaiano Bruno Mars. Fui capturado pela suave, harmônica e, ao mesmo tempo, vibrante melodia da canção - desde os primeiros acordes.

Mas, para mim, a surpresa ainda estava por vim - sua letra. Me ver sozinho, ou acompanhado, sentado a observar a Lua não era incomum. Contemplá-la, por vezes questioná-la, é algo que vez por outra me pego a fazer. De fato, me pego conversando com a Lua. Loucura? Talvez. Como cita Mars na canção, é possível que meus vizinhos, amigos, ou mesmo leitores deste texto, afirmem ser, no mínimo, excentricidade. Mas, fazer o que?

Enfim, para os admiradores, ou adoradores, da Lua deixo a canção do Bruno Mars e digo I talk to the moon. :D

Bruno Mars - Talking to the moon

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Basta a música e nada mais!

Maria gadu ao vivo multishow- Reflexos de nós

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sarau: mais um achado.

Graças a minha amiga Midiã (que me presenteou com este blog... rsrs), acabo de descobrir um programa espetacular. Apresentado por Chico Pinheiro, Sarau - programa da Globo News - é um programa que apresenta nomes da música brasileira intercalando entrevista e música.

Midi me apresentou o programa através de seu blog, Vida com Trilha. A edição do programa que ela cita no texto foi a que contou com a participação de Marcelo Jeneci, que até então nunca tinha ouvido falar, seu xará, Marcelo Camelo e Vanessa da Mata.

Numa espécie de rodízio, os artistas vão cantando algumas de suas principais canções e respondendo às perguntas de Chico - sempre sobre mpusica. Sarau tem um formato simples mas atrativo. Pena que programas tão bons como este fiquem restritos a tv fechada.

Enquanto não possuo um canal de tv por assinatura, farei questão de assistir a todos os arquivos do site do programa. Em tempos de Web 2.0, não há como deixar coisas boas como esta passarem.

Para vocês,
Marcelo Jeneci, Marcelo Camelo e Vanessa da Mata cantando Amado, de Vanessa.